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Ceasa-GO aponta reajustes em produtos como pepino, cebola e tomate

Levantamento do mercado atacadista mostra variações de até 100% em hortaliças e recomenda pesquisa de preços pelos consumidores.

Ceasa-GO aponta reajustes em produtos como pepino, cebola e tomate

A cotação de hortaliças na Central de Abastecimento de Goiás (Ceasa-GO) registrou aumentos expressivos entre agosto e setembro. O pepino cólon foi de R$ 200 para R$ 300 por caixa, enquanto a cebola passou de R$ 70 para R$ 110. As variações são referentes ao mercado atacadista e não indicam necessariamente os valores cobrados em supermercados e feiras.

A maior elevação percentual informada foi de 100%, registrada por produtos como chuchu, jiló e quiabo. No caso do chuchu, a caixa de 22 kg subiu de R$ 35 para R$ 70. O jiló, vendido em embalagem de 17 kg, chegou a R$ 100, cerca de R$ 50 acima do valor mencionado para outubro. Já o quiabo teve a caixa de 14 kg reajustada de R$ 40 para R$ 80.

Entre os demais produtos, a abobrinha verde aumentou 66%, e a batatinha teve alta de 37%. O tomate saladete, tipo 1, subiu 25%, enquanto o tomate cereja, também tipo 1, teve aumento de 11%. Limão tahiti e pimentão ficaram 20% mais caros, e o alho nacional registrou elevação de 6%.

Cotação serve como referência

Os preços divulgados pela Ceasa-GO funcionam como base para acompanhar a movimentação dos produtos comercializados no entreposto. A cotação atacadista, porém, não corresponde necessariamente ao valor final pago pelos consumidores.

O economista Luiz Carlos Ongaratto recomenda comparar preços antes das compras. Nas feiras, ele afirma que pode ser uma alternativa procurar ofertas quando as bancas estiverem próximas do fechamento. Também orienta que o consumidor observe promoções e considere substituir alimentos mais caros por outros de menor preço.

“Economizar será bem desafiador, mas o consumidor pode adotar algumas manobras”, afirmou Ongaratto. Para ele, a pesquisa de preços é uma das medidas disponíveis diante das variações registradas.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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