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Otoni de Paula acusa Flávio Bolsonaro de atuar em favor de milícias do Rio

Deputado afirma que senador teria influência sobre contratos, cargos e indicações na segurança pública durante o governo do pai.

Flávio Bolsonaro é agente político das milícias do Rio de Janeiro, denuncia Otoni de Paula
Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ) acusou o senador Flávio Bolsonaro de atuar politicamente em favor das milícias do Rio de Janeiro. A declaração foi feita na última quarta-feira (27), durante o Podcast 3 Irmãos.

Segundo Otoni, Flávio já teria abrigado familiares de milicianos em seu gabinete e exerceria influência sobre estruturas públicas durante a presidência de Jair Bolsonaro. O deputado afirmou que o senador organizava contratos, contratações e nomeações nos hospitais federais do Rio de Janeiro.

A denúncia inclui a afirmação de que a milícia controlava o estacionamento de um desses hospitais. Otoni disse que Flávio, na condição de organizador da chamada “patente”, teria se beneficiado desse controle.

O parlamentar também acusou o senador de envolvimento em lavagem de dinheiro. Como exemplo, mencionou o caso do ‘Bolsomaster’ e uma negociação com uma produtora de filmes: embora o filme custasse 69 milhões de reais, Flávio teria solicitado 134 milhões a Vorcaro.

Outra acusação apresentada no podcast envolve o orçamento secreto. Otoni apontou Flávio e Ciro Nogueira como mentores de sua criação, com o objetivo de garantir a sobrevivência política de Jair Bolsonaro.

O deputado afirmou ainda que Flávio dá sustentação política ao governador Cláudio Castro, a quem chamou de chefe de uma quadrilha que assaltou o Rio de Janeiro. Também disse que as indicações na área de segurança pública do estado passam pelo senador, inclusive a escolha de secretários que chegaram a ser presos.

Otoni criticou a falta de enfrentamento de Flávio às milícias, citou homenagens feitas pelo senador a milicianos nas redes sociais e o classificou como “o maior traidor da direita”.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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