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Polícia Civil pede prisão de mulher após rompimento de tornozeleira em Goiânia

Aline Tranqueira Aires, de 33 anos, foi detida após novas tentativas de furto; ela acumula 28 passagens registradas pela polícia.

Polícia Civil pede prisão de mulher após rompimento de tornozeleira em Goiânia
Foto: Reprodução

A Polícia Civil pediu à Justiça que Aline Tranqueira Aires permaneça presa durante o andamento do processo após novas tentativas de furto de veículos. A mulher, de 33 anos, foi detida novamente depois de romper a tornozeleira eletrônica que usava por decisão judicial.

Aline havia recebido liberdade provisória depois de ser presa no início de setembro por outro furto. O monitoramento eletrônico foi instalado como uma das condições impostas na audiência de custódia, mas, segundo a polícia, o equipamento foi rompido um dia depois. A mulher tem 28 passagens registradas pela polícia.

Novas tentativas

O caso mais recente envolve pelo menos dois veículos. Em uma das ocorrências, uma câmera de segurança registrou Aline entrando em uma caminhonete estacionada e procurando objetos no interior. Por volta de 1h52, o proprietário chegou, abriu a porta do passageiro e encontrou a mulher dentro da cabine. Ela teria aproveitado que o veículo estava destrancado.

No mesmo dia, Aline tentou entrar em outro carro, mas não conseguiu concluir o furto. A prisão ocorreu após essas ocorrências, quando a tornozeleira já estava rompida.

Prisão anterior

Na ocorrência que levou à determinação do monitoramento, Aline foi encontrada dentro de um caminhão no Setor São Francisco, em Goiânia. A prisão foi feita pelo delegado da Polícia Civil Carlos Eduardo Florentino, que estava de folga e recebeu uma mensagem em um grupo de moradores do condomínio onde vive. A informação indicava que uma mulher conhecida por furtos na região estaria dentro de um caminhão estacionado próximo ao prédio.

Durante a abordagem, Aline pegou objetos que, segundo a polícia, haviam sido retirados do veículo e tentou fugir. O delegado a perseguiu e conseguiu detê-la. Entre os itens encontrados estavam uma sinaleira, o controle da plataforma do caminhão, um alicate, uma cinta laranja, um chapéu de palha e uma lanterna. Os objetos pertenciam à proprietária do veículo.

Além do uso da tornozeleira, a Justiça havia determinado que Aline mantivesse endereço e telefone atualizados, não cometesse novos crimes e avisasse previamente caso precisasse permanecer fora da comarca por mais de oito dias. Também foi encaminhada para atendimento e orientação pela rede de proteção social, diante da informação de que estaria em situação de rua.

A Defensoria Pública informou que representa a investigada, mas afirmou que não comentará o caso.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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