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Renan Santos convoca apoiadores em SC para virar votos em duas semanas

Candidato do Missão quer que cada apoiador mobilize 30 eleitores e afirma acreditar em uma chegada ao segundo turno.

Renan Santos pede operação de guerra para apoiadores de SC | Brasil | Pleno.News
Foto: Divulgação/Campanha Renan Santos

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) convocou seus apoiadores em Santa Catarina para uma mobilização de duas semanas, a cerca de 15 dias das eleições. Em comício em Balneário Camboriú, neste domingo (20), ele pediu que cada simpatizante entregasse 30 multiplicadores de votos para ampliar sua votação e mantê-lo na disputa.

Santos disse que os apoiadores deveriam conversar com pessoas que, na avaliação dele, estão sendo enganadas por informações falsas. Na mesma fala, criticou os grupos políticos de esquerda e de direita e associou seus adversários a acusações de corrupção.

“Não aceitem que o seu país, que a sua cidade e o seu estado sejam governados pelos bandidos que estão na lista telefônica do Daniel Vorcaro”, afirmou. O candidato aparece com 3% das intenções de voto na pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (17).

Disputa pelo eleitorado da direita

A campanha em Santa Catarina ocorre enquanto Flávio Bolsonaro (PL) busca atrair votos de outros candidatos de direita nos próximos 15 dias. Além de Renan Santos, estão nesse grupo Ronaldo Caiado e Romeu Zema. A estratégia, conforme descrita na fala de campanha, é tentar assegurar uma vitória ainda no primeiro turno.

Renan afirmou, porém, acreditar em uma virada que o leve ao segundo turno. Para sustentar essa possibilidade, mencionou mudanças eleitorais atribuídas aos desempenhos de Carlos Moisés, governador entre 2019 e 2023, e de Romeu Zema.

O candidato também declarou que os dois líderes das pesquisas seriam, em sua avaliação, bandidos, independentemente da dimensão dos valores supostamente roubados. Em Balneário Camboriú, criticou ainda a presença de Jair Renan, filho 04 de Jair Bolsonaro, na cidade e questionou a atuação da bancada catarinense no Congresso.

Santos afirmou que os governos de Bolsonaro e Lula deixaram o estado sem reforma, estrada e infraestrutura. Também criticou o Pacto Federativo e a escolha de Carlos Bolsonaro, candidato do PL ao Senado por Santa Catarina, para disputar uma vaga no estado, dizendo que ele não teria vínculo ou trajetória na região.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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