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Reação dentro de joalheria termina com quatro mortos em Goiânia

Funcionários tomaram a arma durante o roubo; um motorista de aplicativo foi preso, e a Polícia Civil investiga o caso.

Reação dentro de joalheria termina com quatro mortos em Goiânia

Um motorista de aplicativo foi preso após ser localizado no Jardim Novo Mundo, em Goiânia, sob suspeita de participar do roubo a uma joalheria no Setor Campinas. Ele afirmou que receberia R$ 70 mil para ajudar na fuga, mas a Polícia Militar descartou a versão de que teria sido feito refém. Um terceiro suspeito morreu em confronto com a Rotam dentro de um imóvel.

O caso ocorreu na noite de terça-feira (15/9). Conforme a PM, o motorista e o comparsa deixaram o estabelecimento antes da chegada da corporação e foram encontrados pouco depois. O condutor confessou a participação e disse ter pedido ao homem morto no confronto que o amarrasse. A intenção seria alegar um sequestro e criar tempo para a fuga do suspeito.

A PM informou que câmeras de segurança e inconsistências no relato levaram à prisão em flagrante do motorista. Ele ainda usava a mesma roupa do roubo. O socorro foi acionado para o outro suspeito, mas ele morreu no local.

Funcionários são baleados durante a ação

Segundo a corporação, um casal entrou na joalheria sob o pretexto de fazer o orçamento de uma aliança. Depois de acessar a área interna, o homem, armado com um revólver calibre .38, anunciou o assalto e mandou os funcionários ficarem contra a parede.

Um colaborador tentou tomar a arma e foi atingido por disparos no braço e no tórax. Outro funcionário entrou em luta corporal com o assaltante e levou um tiro na perna. Durante a confusão, os trabalhadores conseguiram pegar o revólver usado no crime e atiraram contra o casal, que morreu ainda dentro da loja.

Com apoio do proprietário, os funcionários feridos foram levados ao Centro de Atenção Integrada à Saúde (CAIS) de Campinas. O trabalhador atingido no braço e no tórax morreu na unidade. A vítima baleada na perna continuava hospitalizada sem risco de morte.

O caso é investigado pela Polícia Civil (PCGO).

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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