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Mateus Simões afirma que Cleitinho não está preparado para governar Minas

Governador e candidato à reeleição diz que uma eventual administração do senador poderia colocar o estado em risco.

Simões diz que Cleitinho "não está pronto" e vê Minas Gerais em risco.Vídeo

O governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), afirmou que Cleitinho Azevedo (Republicanos), líder das pesquisas eleitorais no estado, não está preparado para assumir o governo mineiro. Para Simões, a falta de experiência administrativa do senador pode representar um risco para Minas Gerais.

“Cleitinho não está pronto para o desafio”, declarou o governador. Segundo ele, o chefe do Executivo estadual precisa estar preparado para lidar com greves, manifestações e decisões técnicas, mesmo quando conta com uma equipe qualificada.

Simões disse que, no começo da disputa, tentou convencer Cleitinho a não lançar candidatura e a apoiar seu projeto de reeleição. A intenção, afirmou, era manter unida a centro-direita e evitar a divisão do campo político. Na avaliação do governador, a ausência dessa união abriu espaço para Patrus Ananias (PT), que aparece como segundo colocado nas pesquisas.

Críticas à formação política do adversário

Os dois candidatos passaram a trocar críticas na reta final da campanha. Simões questionou a capacidade de Cleitinho para tomar decisões à frente do estado e também criticou a falta de nomes apresentados para uma eventual equipe de governo.

Cleitinho tem afirmado que pretende reunir pessoas qualificadas para administrar Minas. Simões, porém, disse que aguarda a apresentação desses nomes. “Se ele não tiver condição de tomar decisão ou entregar o governo para outra pessoa que não foi quem a gente votou, nós estamos em maus lençóis”, afirmou.

Na entrevista, o governador também avaliou que a campanha eleitoral tem sido lenta e que muitos eleitores ainda não definiram seu voto para o governo. Comentou a saída de Marcelo Aro da aliança, classificando-a como um alívio para sua candidatura, e disse que votará em Carlos Viana para o Senado, embora ainda não tenha escolhido o segundo voto.

Simões reconheceu erros do governo de Romeu Zema no distanciamento em relação aos deputados. Também afirmou que 2027 será um ano difícil para a economia, defendeu câmeras corporais no patrulhamento policial e disse que a Cemig não está entre suas prioridades de privatização. Sobre a Gasmig, declarou que a empresa precisa ser privatizada.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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