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Greta Gerwig leva Nárnia ao pós-guerra e busca impulso no rock britânico

Nova adaptação de O Sobrinho do Mago terá Meryl Streep como voz de Aslan e estreia nos cinemas brasileiros em 2027.

Greta Gerwig leva Nárnia ao pós-guerra e busca impulso no rock britânico

A nova versão de As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago chegará aos cinemas brasileiros em 11 de fevereiro de 2027, com exibições em IMAX, antes de ser disponibilizada no streaming em 2 de abril de 2027. Dirigido por Greta Gerwig, o filme será lançado no país pela Sony Pictures Brasil e terá Meryl Streep como a voz de Aslan.

A produção parte de uma escolha diferente das adaptações anteriores: em vez de começar por O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Gerwig retorna ao livro que narra a origem de Nárnia. A trama acompanha Digory Kirke e Polly Plummer, crianças enviadas a outros mundos por meio de anéis mágicos pertencentes ao tio do garoto, Andrew.

Uma Nárnia moldada pela música

Em entrevista à Empire, Gerwig afirmou que imaginou o projeto com uma dimensão próxima à de uma ópera rock. A referência, porém, não significa que o filme será um musical. A diretora relaciona o conceito à energia, à liberdade criativa e à força emocional associadas ao rock britânico dos anos 1960 e 1970.

David Bowie, Paul McCartney, David Gilmour, Pete Townshend, Jimmy Page e Robert Plant foram citados por Gerwig como artistas importantes para sua formação. Para ela, a conexão com Nárnia está também na própria origem daquele universo: “Nárnia é literalmente um mundo feito de música”.

Nos livros de C.S. Lewis, o mundo é criado pela música de Aslan. A adaptação pretende levar essa ideia para sua identidade visual e emocional, sem transformar a história em uma ópera rock de fato.

Mudança de época e reação dos fãs

O filme deslocará a história do início do século XX para a Grã-Bretanha do pós-guerra dos anos 1950. David McKenna e Beatrice Campbell interpretarão Digory e Polly, respectivamente. A mudança relaciona a infância dos personagens, em uma Inglaterra marcada pelas consequências da Segunda Guerra Mundial, à geração que mais tarde transformaria a música, a moda e a cultura popular.

Gerwig associou esse período à capacidade de criar novos mundos em meio à destruição. “Eles tinham essa relação com a dor e a perda, e com algo tão inóspito quanto um terreno bombardeado, e construíram um castelo”, disse a diretora.

A alteração do período histórico e o visual colorido provocaram reações distintas entre os fãs. Parte do público criticou as mudanças e demonstrou receio por ter forte ligação com os livros e com os filmes anteriores. Outros defenderam a proposta, lembrando que a fantasia também apresenta os acontecimentos a partir da perspectiva das crianças.

Origem de Nárnia

Na história, Digory e Polly despertam Jadis, que se tornará a Feiticeira Branca, e acabam levando a personagem para Londres. Ao tentar corrigir o erro, os dois testemunham o nascimento de Nárnia pela voz e pelo poder de Aslan. O enredo também apresenta acontecimentos ligados à origem da Feiticeira Branca e estabelece elementos fundamentais da mitologia criada por C.S. Lewis.

Além de Meryl Streep, o elenco reúne Emma Mackey, Carey Mulligan, Kobna Holdbrook-Smith, Daniel Craig, David McKenna e Beatrice Campbell. A estreia ocorrerá primeiro nos cinemas, com lançamento posterior no catálogo do streaming.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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