A nova adaptação de Resident Evil chega aos cinemas respaldada por 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. As avaliações destacam a tensão inspirada nos jogos, o humor, o sangue e a participação de Austin Abrams, apontado como um dos destaques da produção.
Entre os comentários divulgados, o filme é descrito como uma das melhores adaptações de videogame já realizadas e como uma obra de terror marcada por suspense contínuo, criaturas assustadoras e sequências de ação violentas. Também houve elogios ao trabalho de Zach Cregger, responsável pela direção e pelo roteiro em parceria com Shay Hatten.
Projeções de bilheteria
A produção arrecadou US$ 8.8 milhões nas sessões de pré-estreia nos Estados Unidos. O resultado é o maior da franquia no país e representa a terceira maior pré-estreia da história entre filmes baseados em jogos.
As projeções indicam que o longa pode alcançar US$ 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais. Nos Estados Unidos, a estimativa de abertura está entre US$ 40-50 milhões. Caso se confirme, o desempenho ultrapassará o recorde de Resident Evil 4: Recomeço, que soma US$26.6M no país, impulsionado pelas sessões em 3D. No mercado internacional, a previsão é de mais US$ 31 milhões.
O capítulo live-action mais recente, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City, estreou com US$ 5.3 milhões nos Estados Unidos, em 2021. O filme teve 30% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou US$ 41.9 milhões mundialmente, diante de um orçamento de US$ 25 milhões.
Além de Cregger e Hatten, a equipe reúne Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser no elenco. A Constantin Film, detentora dos direitos de exibição desde o final dos anos 1990 e responsável pelos filmes anteriores, produz o reboot com a PlayStation Productions.
