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Zack Snyder defende limite humano para o uso de IA no cinema

Diretor reconhece a adoção inevitável da tecnologia, mas afirma que a criação artística não deve ser substituída por algoritmos.

Zack Snyder defende limite humano para o uso de IA no cinema

Zack Snyder afirmou que a Inteligência Artificial deve permanecer sob controle dos artistas e não substituir o elemento humano responsável pela criação no cinema. O diretor reconhece que essas ferramentas serão incorporadas aos processos de produção, sobretudo em áreas técnicas, mas defende um limite para seu uso em Hollywood.

“Os seres humanos precisam continuar sendo humanos”, resumiu Snyder ao comentar o avanço da tecnologia. A adoção de sistemas de IA por estúdios, empresas de efeitos visuais e produtoras tem sido associada à aceleração de etapas, à redução de custos e à criação de imagens que antes exigiam equipes numerosas. Paralelamente, atores, roteiristas e profissionais de efeitos visuais discutem os limites para impedir a substituição de trabalhos criativos por algoritmos.

A posição do cineasta é apresentada em contraste com sua trajetória profissional, marcada pelo uso de efeitos digitais, câmeras de alta velocidade, cenários virtuais e manipulação de imagens na pós-produção. A defesa, portanto, não é de uma rejeição da tecnologia, mas da permanência dela como instrumento a serviço dos artistas. Para Snyder, a questão central deixou de ser se a IA será usada no cinema e passou a ser até onde os estúdios estarão dispostos a levá-la.

A saída da DC

Snyder também falou sobre o afastamento do universo de super-heróis da DC, depois de comandar produções para a Warner Bros. e deixar sua marca em outros projetos do estúdio. Ele relacionou sua saída da direção de “Liga da Justiça” à morte de sua filha, Autumn, e afirmou que as circunstâncias envolvendo sua família eram intensas.

O diretor contou que sua esposa, Debbie, assistiu à versão do filme realizada por Joss Whedon e lhe recomendou que não visse o resultado. Snyder afirmou ainda que o roteiro havia sido reescrito em sessenta páginas. Ele nunca assistiu ao filme e, por isso, disse não poder avaliá-lo.

Segundo Snyder, o estúdio resistia à sua visão para o universo DC e buscava mais controle sobre o projeto. Ele também relatou que um antigo executivo da Warner Bros. reconheceu posteriormente que o cineasta tinha razão em suas posições.

Questionado sobre James Gunn e Peter Safran, responsáveis pela DC Studios, Snyder disse que ainda não assistiu a “Superman” ou “Supergirl”. “Não assisti aos filmes. É algo um pouco pessoal demais para mim”, declarou. Ele afirmou gostar de Gunn e admirar sua visão.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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