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Belo destaca permanência do pagode romântico e papel de mentor para novos artistas

Cantor relaciona a longevidade de suas músicas à permanência das experiências amorosas e celebra a renovação do pagode.

Belo destaca permanência do pagode romântico e papel de mentor para novos artistas

Belo atribui a permanência do pagode romântico à capacidade de suas canções de acompanhar experiências afetivas que atravessam gerações. Com mais de 30 anos de trajetória na música, o cantor e ator também associa esse percurso ao trabalho como mentor no programa Estrelas da Casa, da TV Globo.

O artista observa que o público jovem tem descoberto músicas gravadas quando muitos desses ouvintes ainda não haviam nascido. Para ele, a transformação nos hábitos de consumo não altera a presença do amor, da saudade, das separações e das reconciliações na vida das pessoas.

“Acho que o amor não envelhece. As gerações mudam, a maneira de consumir música muda, mas as pessoas continuam amando, sofrendo, terminando, voltando, sentindo saudade”, afirmou Belo.

Na avaliação do cantor, o pagode vive uma fase de renovação, com presença nos maiores festivais e diálogo com outros ritmos. O gênero também aparece entre as músicas mais ouvidas do país e conquista uma geração jovem, movimento que Belo acompanha de perto ao orientar participantes do reality musical.

A cantora de pagode Julliana Franco, orientada por Belo no programa, permanece na disputa depois de obter a preferência do público em todas as apresentações. O paraense Álec, comandado por Júnior Lima, também continua na competição. Na reta final, a votação passa a considerar o grupo que avançará para a semifinal, e não mais cada participante individualmente. A apresentação dos primeiros grupos mistos, reunindo pop e pagode, ocorre nesta terça-feira (15).

Belo também levou participantes de Estrelas da Casa, entre eles os representantes paraenses, para seu show no palco Espaço Favela, durante o Rock in Rio 2026. Na ocasião, afirmou que pretende transformar a experiência acumulada na carreira em apoio à formação de novos artistas.

“Tudo que eu fiz, toda a minha carreira, o que me deram, eu quero dar para a nova geração, todo mundo que tá chegando agora”, declarou.

O cantor diz ter orgulho de integrar uma geração que ajudou a construir a história do pagode e a abrir caminhos. Para ele, o fortalecimento do gênero amplia também a força da música brasileira.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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