Juliano Cazarré respondeu a uma crítica de Eduardo Moscovis sobre violência, masculinidade e segurança no Brasil. Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), o ator afirmou que o colega relacionou a ele uma declaração que não teria feito sobre os assassinatos no país. A publicação alcançou mais de 2,1 milhões de visualizações e cerca de 219 mil curtidas.
A manifestação ocorreu após uma entrevista em que Moscovis foi questionado sobre a masculinidade defendida por Cazarré e sobre o evento “O Farol e a Forja”, realizado em julho de 2026 e voltado a homens. Cazarré afirmou que internautas ainda comentam a iniciativa e negou que ela tenha promovido palestras masculinistas ou críticas às mulheres.
Na entrevista, Moscovis discordou do posicionamento do colega e questionou como seria possível considerar que os ataques de homens contra mulheres fossem inferiores. Também mencionou a situação de alerta vivida por mulheres e pela comunidade LGBTQIAP+ diante dos riscos de violência. O ator disse ainda que ficava irritado com a posição de Cazarré.
Cazarré relatou que viu a entrevista depois de passar 24 horas no hospital com Guilhermina. Segundo ele, Moscovis teria afirmado que o ator defendia que mulheres matam mais homens. “Eu não falei isso”, respondeu Cazarré no vídeo.
A defesa do evento
Ao rebater a crítica, Cazarré afirmou que a responsabilidade pela violência não deveria ser colocada sobre ele, que se apresentou como pai de família e idealizador do encontro. Em sua argumentação, disse que Moscovis deveria cobrar medidas do ministro da Justiça, do partido que tem cinco mandatos na Presidência do país, da polícia, da Justiça e do presidente.
Cazarré também explicou que o objetivo de “O Farol e a Forja” era incentivar homens melhores, reduzir a ausência paterna e o abandono da família, além de estimular maior presença dos pais na vida dos filhos.
Até o momento, Eduardo Moscovis não havia se manifestado sobre o vídeo publicado por Cazarré.


