Amy Lee apontou o álbum homônimo do Evanescence como o pior disco de sua carreira. A declaração foi feita durante uma sessão de perguntas e respostas com a Classic Rock, quando a vocalista e pianista foi questionada sobre qual gravação considerava mais problemática.
Lançado em 2011, o trabalho foi marcado por dificuldades desde as primeiras sessões. A banda começou a produção com Steve Lillywhite, mas interrompeu os trabalhos depois que o resultado não correspondeu ao que esperava. Mais tarde, o grupo retomou o projeto com Nick Raskulinecz na produção.
Lee afirmou que o início do processo tinha outra direção musical. “Tinha uma pegada bem synth-pop, mas sombria e incrível”, disse. Segundo a cantora, a gravadora não compreendeu a proposta, e as sessões foram descartadas. As músicas foram reorganizadas, enquanto ela buscava recuperar a importância do rock feito com a banda.
A vocalista também reconheceu responsabilidade pela frustração em torno do disco e afirmou que a ideia ainda não estava completamente amadurecida naquele momento. O álbum foi o primeiro do Evanescence escrito sem que Amy Lee concentrasse o processo criativo.
Terceiro álbum de estúdio do grupo, Evanescence levou mais de dois anos para ser concluído. Apesar dos problemas durante a produção, o disco alcançou o topo do The Billboard 200, principal parada dos Estados Unidos, e recebeu certificação de ouro também no Reino Unido, no Canadá e na Austrália.


