Cultura com voz
Música

Colin Brittain divide opiniões ao recriar “Óculos”, dos Paralamas do Sucesso

Baterista do Linkin Park improvisou uma levada para a música em desafio do canal TV Braba e recebeu críticas e elogios do público.

O baterista Colin Brittain, do Linkin Park, dividiu opiniões ao participar de um desafio do canal brasileiro TV Braba. No episódio especial do quadro Na Fogueira, publicado em 28 de setembro de 2026, ele precisou criar uma levada para “Óculos”, dos Paralamas do Sucesso, sem ouvir a bateria original.

A dinâmica propõe que o convidado escute a faixa três vezes sem a bateria e desenvolva, no momento da gravação, uma interpretação própria. O vídeo mostra as duas primeiras audições de Brittain, comenta a execução e, ao final, apresenta a versão original da música, lançada no álbum “O Passo do Lui”.

Na descrição do episódio, a equipe do canal classificou o resultado como insano. A produção afirmou que o baterista levou ao groove brasileiro o peso associado ao seu estilo, mas sem desrespeitar a gravação dos Paralamas.

A recepção do público, porém, foi dividida. Um dos comentários comparou a apresentação a uma participação anterior de Brittain no Drumeo, plataforma de aulas de bateria, na qual ele tocou uma música do Iron Maiden. Para esse espectador, o músico começou a tocar sem dedicar tempo suficiente à escuta e acabou recorrendo a uma levada genérica de rock.

Outro usuário afirmou que Brittain parecia um iniciante diante da primeira música, embora continuasse admirando seu trabalho no Linkin Park. João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso, também foi citado nas comparações: um inscrito resumiu que ele “dá de 1000 nesse cidadão aí”.

Houve, no entanto, manifestações em defesa do convidado. Um fã lembrou que “Óculos” não está entre as músicas mais fáceis. Outro avaliou que Brittain pode ter dispensado a terceira audição de maneira intencional, para preservar o feeling e aproveitar a experiência de forma descontraída.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.