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Elton John encerra noite do Rock in Rio com repertório dos anos 1970

Análise de Gastão Moreira destacou músicos, arranjos e a força vocal do britânico, mas criticou a transmissão do festival.

A apresentação de Elton John no Rock in Rio 2026 terminou com “Skyline Pigeon” e “Your Song”, depois de o cantor agradecer ao Brasil. Para Gastão Moreira, a noite evidenciou a força de um show sustentado por canções, músicos e piano, sem que recursos visuais ocupassem o centro da experiência.

Em vídeo publicado no YouTube, o apresentador observou que Elton John, aos 79 anos, demonstrou dificuldades de locomoção e iniciou a apresentação com a voz ainda fria. A avaliação foi de que o cantor ganhou força gradualmente e chegou ao fim cantando com potência. O britânico já indicou que deve se aposentar em breve, e o festival provavelmente marcou sua despedida do Brasil.

Repertório e banda

A seleção percorreu principalmente a produção dos anos 1970, com ao menos uma faixa de cada grande disco. “Funeral for a Friend” e “Bennie and the Jets” abriram a noite. “Rocket Man” e “Levon” receberam longos arranjos instrumentais, entendidos por Gastão como momentos de respiro para a voz.

“Candle in the Wind” foi dedicada a Marilyn Monroe, cujo centenário é celebrado neste ano. A maior surpresa para o apresentador foi “Saturday Night's Alright (For Fighting)”. O repertório também incluiu “Cold Heart”, parceria com Dua Lipa.

Gastão ressaltou o trabalho dos músicos que acompanharam Elton John. Davey Johnstone, líder da banda desde 1971, foi citado ao lado de Nigel Olsson, baterista original que tocou de luvas. Também foram lembrados o percussionista Ray Cooper, que já trabalhou com George Harrison, Eric Clapton e Mark Knopfler, John Mahon, o tecladista Kim Bullard e o baixista Matt Bissonette, irmão do baterista Gregg Bissonette.

O cantor acompanhou as letras por teleprompter, sem usar partituras. Segundo a análise, a banda cometeu apenas um erro rápido. Para Gastão, “o show do Elton John mostrou o que é a verdadeira música”.

Críticas à transmissão

A avaliação não foi inteiramente positiva. Gastão criticou a transmissão por concentrar boa parte das imagens em uma câmera lateral, que exibia apenas o perfil do cantor ao piano. Ele defendeu a inclusão de um ângulo frontal.

O apresentador também considerou que o espetáculo teria mais rendimento em um espaço fechado, mesmo com 10 mil pessoas, do que no gigantismo do festival. Apesar das ressalvas, afirmou ter visto a plateia emocionada e resumiu a apresentação chamando Elton John de professor.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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