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Joey Tempest diz que Europe ainda gosta de tocar “The Final Countdown”

Vocalista afirma que a banda não ouve a música em casa, mas mantém uma relação positiva com a faixa nos shows.

Joey Tempest diz que Europe ainda gosta de tocar “The Final Countdown”
Foto: Reprodução

Joey Tempest afirmou que o Europe não se cansou de apresentar “The Final Countdown” ao vivo. Em entrevista ao Classic Album Review, o vocalista disse que a relação da banda com a música ocorre principalmente diante do público, e não no ambiente doméstico.

A faixa integra o terceiro álbum de estúdio do grupo sueco, lançado em 1986. Com o tempo, a canção se tornou a composição mais associada ao Europe e alcançou uma dimensão que ultrapassou a trajetória da própria banda.

Questionado sobre um possível incômodo dos integrantes ao tocar o sucesso, Tempest contou que consultou os demais músicos recentemente. A resposta, segundo ele, foi positiva: todos continuam gostando de executá-la. “Nós realmente gostamos de tocá-la ao vivo. Mas ouvi-la em casa? Não”, disse.

Uma música incorporada ao cotidiano

O vocalista também comentou a presença da faixa em diferentes contextos. A música aparece em comerciais aprovados pelo grupo e já foi utilizada em ocasiões relacionadas à Fórmula 1. Tempest lembrou que seu pai acompanhava a competição e se orgulhava quando a composição era usada nesses momentos.

A Orquestra Sinfônica de Londres também gravou “The Final Countdown”. O músico relatou que o pai considerava especial ouvir a obra interpretada dessa maneira, enquanto a canção continuava sendo incorporada a diferentes usos.

Para Tempest, o alcance da faixa se manifesta de forma distinta conforme o ambiente. Ele citou apresentações em festivais voltados para famílias na Dinamarca e em eventos de heavy metal na Alemanha. Em ambos os casos, afirmou, o público responde à música e estabelece uma troca de energia com a banda.

A composição foi inspirada em “Space Oddity”, de David Bowie. Inicialmente, os integrantes do Europe desconfiavam de seu potencial como single por considerá-la longa demais. O álbum que leva o mesmo nome da faixa vendeu mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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