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Justin Hawkins relata surpresa com o impacto do primeiro álbum do The Darkness

Vocalista e guitarrista relembrou como Permission to Land, de 2003, contrariou a percepção inicial da indústria musical.

Justin Hawkins relata surpresa com o impacto do primeiro álbum do The Darkness
Foto: YouTube - Rhino

O sucesso de Permission to Land, primeiro álbum do The Darkness, surpreendeu Justin Hawkins. Lançado em 2003, o disco ganhou projeção com “I Believe in a Thing Called Love”, faixa que os integrantes escreveram com a intenção de criar “a música mais idiota de todos os tempos”.

Guitarrista e vocalista da banda inglesa, Hawkins falou sobre o trabalho em uma entrevista à Classic Rock concedida em 2022. Ele contou que não esperava uma recepção tão ampla para o grupo, que considerava a possibilidade de não alcançar o sucesso e, por isso, decidiu priorizar as canções de que realmente gostava.

“Fiquei surpreso, chocado, assustado”, afirmou o músico. Hawkins também explicou que aquela era sua primeira banda como vocalista e que o repertório do The Darkness nasceu como uma reação ao tipo de música indie que, segundo ele, estava em evidência naquele momento.

A percepção da indústria

O grupo também enfrentou resistência entre gravadoras. Em 2005, Nick Raphael, executivo da Sony Music UK, disse que havia tentado contratar a banda, mas que ela acabou assinando com a Atlantic Records. De acordo com Raphael, poucas empresas demonstraram interesse, enquanto parte da indústria considerava o The Darkness uma piada e questionava sua autenticidade.

“Não havia o menor burburinho, e apenas duas gravadoras mostraram algum interesse neles”, declarou o executivo.

Mais de duas décadas depois, o The Darkness continua em atividade. O lançamento mais recente da banda, até a edição desta nota, é Dreams on Toast, que chegou ao público em março de 2025. A trajetória do grupo, iniciada com um álbum que ultrapassou as expectativas de seu próprio vocalista, prossegue com esse trabalho como seu registro mais atual.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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