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Se o metal concorresse em 2026, quem ocuparia cada cargo?

Um exercício de imaginação escala Bruce Dickinson, James Hetfield, Lemmy, Dave Mustaine e Rob Halford para diferentes funções públicas.

Se o metal concorresse em 2026, quem ocuparia cada cargo?

Os brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. Em um exercício de imaginação, astros do metal poderiam ocupar cada uma dessas funções, com plataformas inspiradas em suas carreiras, seus personagens e seus repertórios.

Para a Presidência, Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, seria o nome mais provável. Piloto comercial habilitado, ele comandou o Boeing 757 Ed Force One durante a turnê Somewhere Back in Time, em 2008. Sua principal proposta seria uma reforma na aviação regional, com o próprio candidato no comando da aeronave. Formado em história, Dickinson também poderia levar para a educação referências à esgrima e à produção da cerveja Trooper. Eddie ocuparia a vice-presidência.

James Hetfield, do Metallica, disputaria um governo estadual. O interesse do músico por carros customizados inspiraria um programa de oficinas e recapeamento de estradas. A campanha, porém, teria de lidar com o possível uso de Master of Puppets como jingle, escolha que poderia alimentar acusações de manipulação.

A vaga no Senado ficaria para Lemmy Kilmister, líder do Motörhead. A candidatura encontraria um obstáculo na Justiça Eleitoral: o músico morreu em dezembro de 2015. Mesmo assim, sua plataforma estaria definida, com uma lei federal que estabeleceria volume mínimo nos shows, em referência ao álbum ao vivo Everything Louder Than Everyone Else.

Na Câmara dos Deputados, Dave Mustaine, do Megadeth, apresentaria como lema a pergunta política associada ao thrash metal: Peace Sells... but Who's Buying? Para a Assembleia Legislativa, Rob Halford, do Judas Priest, chegaria de moto e proporia couro e tachas como traje oficial da Casa. O slogan Breaking the Law, contudo, dificilmente seria aprovado por uma equipe de campanha.

Na realidade, a decisão permanece com o eleitor. O voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos e para quem passou dos 70.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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