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Possível retorno do Shaman envolve disputa de nome e novo vocalista

Teorias discutidas pelo Ibagenscast citam registro no INPI, Fabio Lione e mudanças na formação da banda.

A eventual retomada do Shaman pode envolver uma nova formação, a transferência do registro do nome da banda e a prioridade de Luis Mariutti sobre o Shamangra. As hipóteses foram reunidas pelo canal Ibagenscast, comandado por Manoel Santos, depois que as imagens de perfil e de capa da página oficial do grupo no Facebook foram alteradas.

O Shaman está com as atividades suspensas desde janeiro de 2023. Formada originalmente por Andre Matos, Ricardo Confessori e pelos irmãos Hugo e Luis Mariutti, a banda passou por diferentes formações ao longo dos anos.

Um documento disponível no site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) indica que o registro do nome Shaman teria sido transferido de Hugo para Luis por volta de abril ou maio. Para Santos, a mudança poderia ampliar a margem de decisão do baixista sobre os rumos do projeto.

O futuro do Shamangra

Entre as especulações está a possibilidade de o Shamangra passar a usar o nome Shaman. Santos considera que essa alternativa poderia enfrentar obstáculos jurídicos e avalia que Luis talvez colocasse o Shamangra em segundo plano caso o retorno da banda se confirmasse. “Num eventual retorno do Shaman, eu não tenho dúvida de que o Luis daria total prioridade ao Shaman em detrimento do Shamangra”, afirmou.

Outra teoria aponta Fabio Lione como possível vocalista. Santos ainda não conversou com o cantor italiano e pretende abordar o assunto quando tiver oportunidade. O apresentador suspeita que o rumor possa ter surgido como uma provocação relacionada ao Angra, banda que Lione deixou.

A escolha também é questionada por ele por causa das diferenças entre as vozes associadas ao Shaman e o estilo do cantor italiano. Andre Matos, Thiago Bianchi e Alirio Netto são descritos como vocalistas de notas agudas e grande alcance, enquanto Lione é caracterizado por uma voz de ópera, com presença forte nos registros grave e médio. Para Santos, uma eventual entrada do italiano apontaria para uma sonoridade diferente, e não para uma retomada das origens.

Formação possível

Sem Andre Matos e, ao que tudo indica, também sem Ricardo Confessori e Alirio Netto, uma nova etapa poderia reunir Hugo e Luis Mariutti, um baterista e um vocalista ainda não definidos. Santos cita Hanna Paulino, do Shamangra, e Guilherme Hirosi, que já tocou com os irmãos, como possibilidades para o microfone.

O apresentador afirma que a ausência de Confessori teria impacto na identidade sonora do grupo, ainda que não o considere o baterista mais técnico ou virtuoso. Também lembra que o projeto foi retomado e interrompido três vezes e diz não ser possível saber qual seria a reação do público a uma nova tentativa.

A hipótese de um anúncio no início de 2027 aparece apenas como suposição. Santos diz que gostaria de ver a banda novamente em atividade e define a possível fase como um “Shaman 4.0”, embora lamente a eventual ausência de Confessori. Hugo e Luis, segundo ele, permanecem como membros originais do grupo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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