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Slash aponta estreia do Cheap Trick como referência de rock direto

Guitarrista destaca o álbum de 1977 entre os discos que marcaram sua formação musical.

A estreia do Cheap Trick, lançada em fevereiro de 1977, está entre os álbuns que Slash considera decisivos em sua formação musical. Para o guitarrista, o trabalho reúne uma abordagem direta do rock, riffs marcantes, melodias pop e uma produção mais seca — características que o diferenciam de fases posteriores da banda.

“Eu tinha todos os discos do Cheap Trick até Dream Police. Todos são ótimos, mas o primeiro é o grande para mim. É um dos melhores discos de rock 'n' roll básico e direto de todos os tempos”, afirmou Slash.

Formado por Robin Zander, Rick Nielsen, Tom Petersson e Bun E. Carlos, o grupo ainda não havia alcançado os grandes sucessos que ampliariam sua projeção internacional quando lançou o álbum. O repertório inclui “Hot Love”, “ELO Kiddies”, “He's a Whore” e “Mandocello”, em uma versão menos polida da banda.

Slash também observa que o disco costuma receber menos atenção do que outros momentos da trajetória do Cheap Trick. “Ele é praticamente obscuro também, as pessoas não parecem falar muito sobre ele”, disse.

Antes da projeção internacional

Ainda em 1977, o Cheap Trick lançou “In Color”. O álbum foi seguido por “Heaven Tonight”, em 1978, e por “Dream Police”, no ano seguinte. A popularidade do grupo cresceu principalmente com “Cheap Trick at Budokan”, registro ao vivo gravado durante uma passagem pelo Japão e lançado inicialmente naquele mercado.

O álbum ampliou a projeção da banda e ajudou a transformar “I Want You to Want Me” em um de seus maiores sucessos. Mesmo assim, a referência de Slash permanece no primeiro disco, anterior à fama mundial do grupo.

Em sua lista de álbuns essenciais, o guitarrista colocou a estreia do Cheap Trick ao lado de “Rocks”, do Aerosmith, “Back in Black”, do AC/DC, “Led Zeppelin II” e do primeiro álbum do Black Sabbath.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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