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Hugo contesta relatos sobre cozinha e nega vínculo com intoxicações alimentares

Colaborador relata falta de EPIs, sujeira e alimentos deteriorados; hospital afirma não haver evidências técnicas de irregularidades ou contaminação.

Hugo contesta relatos sobre cozinha e nega vínculo com intoxicações alimentares

O Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) afirmou não haver registro técnico ou evidência laboratorial que indique condições inadequadas na cozinha ou relacione o espaço a episódios de intoxicação alimentar. A declaração foi dada após um colaborador denunciar problemas de higiene, segurança e manutenção no serviço de alimentação da unidade.

A alimentação destinada a pacientes e funcionários é preparada por uma empresa terceirizada, responsável pela operação da cozinha e do refeitório. Segundo o colaborador, que não quis se identificar, faltariam equipamentos de proteção individual (EPIs), enquanto as câmaras frias estariam sujas e verduras e folhas chegariam em condições inadequadas.

“O ambiente de trabalho não tem EPIs. Quando tem, é universal. Um EPI para todos usarem”, afirmou.

Relatos sobre a estrutura

Ainda conforme o denunciante, paredes, pisos, fogões, utensílios e outras estruturas da cozinha apresentariam sujeira e falta de manutenção. Ele disse que trabalhadores já comunicaram a direção do hospital e a empresa responsável pelo serviço, mas não teriam recebido providências para resolver a situação.

O colaborador também afirmou que o quadro persistiria havia mais de um ano e teria piorado recentemente. De acordo com ele, mensagens enviadas aos responsáveis seriam apenas visualizadas, sem resposta.

Posicionamento do hospital

Em nota, o Hugo informou que a área de produção de refeições é acompanhada por diferentes órgãos competentes e que eventuais relatos de irregularidades são submetidos a investigação técnica e epidemiológica. A unidade declarou que todos os colaboradores recebem EPIs adequados às atividades desempenhadas, com orientação para reposição quando necessário.

O hospital afirmou ainda que os equipamentos da cozinha passam por verificações e manutenções, com substituição quando houver indicação técnica. A instituição disse manter o compromisso com a segurança alimentar de pacientes e colaboradores, com o cumprimento das boas práticas e a melhoria contínua dos processos.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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