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Kerolay Chaves explica códigos usados para nomear vibradores da coleção

Influenciadora mineira afirmou que os nomes ligados a jogadores tinham significado íntimo e avaliou os produtos em cerca de R$ 12 mil.

Kerolay Chaves explica códigos usados para nomear vibradores da coleção
Foto: Redes Sociais

A influenciadora mineira Kerolay Chaves afirmou que os nomes atribuídos aos vibradores de sua coleção faziam parte de um código pessoal, criado para identificar as peças. A explicação veio depois que ela recebeu críticas por associar alguns produtos a jogadores de futebol, entre eles Neymar e Cristiano Ronaldo.

Kerolay, vencedora do Miss Bumbum Brasil 2025, disse que teria escolhido não tornar públicas as correspondências entre os nomes e os atletas. Para ela, a divulgação alterou o sentido original da prática, que estava ligada apenas à sua intimidade.

“Muitas pessoas dão apelidos a partes do corpo e a objetos íntimos. Para mim, era algo restrito à minha intimidade”, afirmou. A influenciadora acrescentou que se arrepende de ter revelado qual jogador correspondia a cada peça, mas não demonstra o mesmo incômodo em relação à coleção.

A associação com Neymar foi a que mais repercutiu. Seguidores questionaram a escolha porque o jogador é casado e consideraram desrespeitoso relacionar seu nome a um brinquedo sexual. Kerolay relatou que parte das mensagens recebidas pedia que ela refletisse antes de usar o nome de uma pessoa conhecida nesse contexto.

Coleção avaliada em R$ 12 mil

Os vibradores foram comprados ao longo do tempo e, somados, têm valor estimado em cerca de R$ 12 mil. Kerolay considera o montante um investimento nos cuidados com a própria vida sexual.

“Eu considero esse gasto importante porque é um investimento na minha saúde sexual”, disse. Na avaliação da influenciadora, o prazer deveria ser tratado como uma dimensão do bem-estar, assim como gastos com academia, alimentação e cuidados com a pele. Ela afirmou que essas despesas costumam ser encaradas com mais naturalidade, enquanto o investimento no prazer ainda é visto por algumas pessoas como supérfluo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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