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Música vira recurso de interação em entrega de avaliações de Psicologia no Tocantins

Jordana do Carmo usou “A Bomba”, do Braga Boys, ao distribuir provas de Fundamentos da Psicanálise em uma universidade de Araguaína.

Música vira recurso de interação em entrega de avaliações de Psicologia no Tocantins

A professora de Psicologia Jordana do Carmo recorreu à música como parte de sua estratégia de interação com os alunos durante a distribuição de avaliações em uma universidade de Araguaína, no Tocantins. A escolha foi “A Bomba”, do grupo Braga Boys, executada enquanto a turma recebia as provas de Fundamentos da Psicanálise. A situação provocou risadas e foi registrada em vídeos.

As notas ficaram abaixo do esperado, e a professora decidiu associar o resultado das avaliações ao tom bem-humorado da canção. A intenção, segundo Jordana, era reduzir a tensão entre os estudantes. “Eu pensei em fazer algo diferente para eles não ficarem tão assustados com as notas, porque realmente foram notas baixas”, afirmou.

Música como ferramenta de ensino

Natural de Goiânia, Jordana é formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Em 2013, mudou-se para o Tocantins e começou a lecionar em instituições de ensino superior.

A professora diz que utiliza músicas para aproximar os conteúdos de Psicanálise dos alunos e relacionar as canções aos temas trabalhados em aula. “Eu sempre gosto de levar música para ensinar o conteúdo das minhas disciplinas”, explicou.

Além de incluir repertório musical nas atividades, Jordana afirma que costuma cantar, dançar e fazer brincadeiras durante as aulas. A proposta é tornar mais acessíveis assuntos que considera complexos, sem retirar o conteúdo do centro das discussões.

Para ela, a convivência descontraída contribui para um ambiente mais leve em sala de aula. A entrega das avaliações seguiu essa prática, mas acrescentou uma associação entre a música escolhida e o desempenho da turma.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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