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Post atribuído a Nikolas Ferreira sobre Maria volta a circular nas redes

Mensagem publicada antes da projeção nacional do deputado foi considerada autêntica pelo Grok, inteligência artificial da plataforma X.

Post antigo de Nikolas dizendo que Virgem Maria foi estuprada viraliza nas redes
Foto: Marina Uezima/Brazil Photo Press via AFP/Montagem/X

Uma publicação atribuída ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com conteúdo ofensivo à Virgem Maria e ao cristianismo, voltou a circular nas redes sociais durante as discussões sobre religião e política relacionadas à eleição de 2026. A mensagem teria sido publicada em 2014, quando o parlamentar ainda não tinha projeção nacional.

A postagem é associada a uma conta mantida por Nikolas Ferreira no antigo Twitter, hoje chamado X. Sua autenticidade foi confirmada pelo Grok, inteligência artificial da plataforma de Elon Musk, que é aliado declarado do deputado nos Estados Unidos.

Repercussão nas redes

O conteúdo já circulava desde 2025, em republicações feitas por diferentes usuários, mas ganhou novo alcance depois da controvérsia envolvendo Flávio Bolsonaro (PL) e Nossa Senhora Aparecida. Flávio passou a ser questionado após declarações sobre a relação entre Estado e religião e por associações feitas por adversários com uma proposta apresentada em 2007.

O projeto foi apresentado pelo então deputado Professor Victório Galli, aliado de Jair Bolsonaro. A proposta pretendia alterar a Lei 6.802/1980 para restringir aos católicos apostólicos romanos a referência a Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. A Câmara dos Deputados arquivou o texto em 2008. Flávio Bolsonaro negou que pretendesse retomar a medida.

Até a publicação desta notícia, Nikolas Ferreira não havia se manifestado sobre o conteúdo específico atribuído a ele.

Na mesma semana, a CNBB divulgou manifestações em defesa da participação consciente dos eleitores, do respeito às instituições e do combate à desinformação. A AFROBRAS, entidade ligada a religiões afro-brasileiras, também criticou discursos que, segundo a organização, poderiam ameaçar a liberdade religiosa.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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