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Unicórnio de aparência infantil conduz terror ‘Buddy’ a US$ 24.8 milhões

Filme dirigido por Casper Kelly combina estética de programas infantis dos anos 1990 com uma trama de violência e terror adulto.

Unicórnio de aparência infantil conduz terror ‘Buddy’ a US$ 24.8 milhões

A campanha de divulgação de ‘Buddy’ aposta em um enorme unicórnio laranja sorridente, com visual associado aos programas infantis dos anos 1990. A escolha ajudou a criar uma situação inusitada nas salas de cinema norte-americanas: alguns pais teriam levado crianças pequenas às sessões acreditando que veriam uma aventura infantil.

Relatos de funcionários de cinemas e espectadores nas redes sociais descrevem famílias acompanhadas de crianças, algumas aparentemente com cerca de oito anos. A confusão estaria ligada à aparência inocente do personagem, que lembra figuras como Barney. No filme, porém, essa estética faz parte de uma piada macabra.

Na história, um grupo de crianças fica preso no universo de ‘It’s Buddy!’, antigo programa de televisão comandado pelo mascote que dá nome à produção. O ambiente começa com músicas, brincadeiras e lições educativas. Aos poucos, o comportamento de Buddy se torna perturbador, e o cenário infantil se transforma em um espaço de violência e terror voltado ao público adulto.

Desempenho nos cinemas

Dirigido por Casper Kelly, o terror independente já arrecadou US$ 24.8 milhões nos Estados Unidos. O resultado corresponde a mais de oito vezes o orçamento, estimado em torno de US$ 3 milhões.

A produção também registra 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco reúne Cristin Milioti, Topher Grace, Michael Shannon, Patton Oswalt e Keegan-Michael Key, responsável por emprestar sua voz ao unicórnio.

A combinação entre a embalagem de programa infantil e o conteúdo violento está no centro da divulgação do filme e dos relatos sobre espectadores que chegaram às sessões sem saber que assistiriam a um terror adulto.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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