Roel Reiné, conhecido por dirigir Halo, será o responsável por levar Lunar Colony ao cinema. O projeto combina ficção científica e romance ao apresentar uma sociedade lunar permanente, marcada por disputas de poder com a Terra original.
A história se passa em 2060, quando a colônia chamada Terra 2.0 já foi estabelecida na Lua há três décadas. Com a independência da Terra em relação aos recursos do assentamento, a convivência entre os dois mundos se deteriora e cria as condições para uma nova disputa por controle.
No centro da trama estão Tiara e Josh, jovens formados em lados opostos desse conflito. O envolvimento amoroso dos dois desafia lealdades políticas, expectativas familiares e os grupos que tentam impedir a aproximação entre as comunidades. A proposta remete ao romance de Romeu e Julieta.
Produção e inspiração
O roteiro é assinado por Cerise Fukuji. A produção será supervisionada por Centerboro Productions, Sintered Steel Productions e Convoke Media. O longa também toma como inspiração o programa Artemis, da NASA, que tem como objetivo levar a humanidade de volta à Lua e estabelecer uma base permanente no satélite.
Patricia A. Beninati, produtora da Centerboro, afirmou que Reiné reúne escala cinematográfica e uma narrativa centrada nos personagens. Para ela, o diretor é capaz de construir mundos imersivos sem perder o envolvimento emocional do público.
“Roel traz uma capacidade extraordinária de combinar uma escala cinematográfica com uma narrativa autêntica, centrada nos personagens”, disse Beninati.
Ainda não foram divulgados outros detalhes sobre o filme.


