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Liniker leva “Bye Bye Caju” a Belém em celebração de dez anos de carreira

Cantora apresenta a penúltima sessão da turnê no Marine Club, em 7 de novembro, com repertório musical e elementos visuais.

Liniker leva “Bye Bye Caju” a Belém em celebração de dez anos de carreira

Liniker apresenta “Bye Bye Caju” no Espaço Náutico Marine Club, em Belém, no dia 7 de novembro. A passagem pela capital paraense integra a despedida da turnê baseada no álbum “Caju” e também marca os dez anos de carreira da cantora.

A relação com o público do Pará começou nos primeiros shows de Liniker, ainda à frente do grupo Liniker e os Caramelows, e se ampliou ao longo dos anos. Além das apresentações musicais, a artista participou do Arrastão do Pavulagem e do Auto do Círio, visitou o Palácio dos Bares e esteve em cidades como Bragança e no arquipélago do Marajó.

Essas experiências também entraram em seu processo de criação. A canção “Charme”, apresentada de forma inédita no Tiny Desk Brasil, está relacionada às vivências da cantora no Pará. Para o retorno a Belém, ela associa a expectativa ao acompanhamento que faz da produção cultural local. “O povo de Belém é um povo criativo em todas as esferas”, afirma.

Um espetáculo em transformação

A apresentação será a penúltima data da turnê. Criado a partir de “Caju”, vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa em 2025, o espetáculo combina repertório musical, performance e recursos visuais.

A montagem começa com um minifilme e inclui passarela com elevador, cenografia, trocas de figurino, fogos de artifício, bailarinos e banda. O repertório percorre pop, samba, jazz, house, pagode, arrocha e reggae.

Para Liniker, cada turnê registra o momento vivido pela artista e pode se modificar durante a circulação. O formato de “Bye Bye Caju” foi pensado para ampliar a experiência do público para além das canções, com uma apresentação performática e cinematográfica.

Um balanço da trajetória

Ao completar dez anos de carreira, Liniker diz ter desenvolvido maior confiança no próprio trabalho, na escrita, na intuição e na música. A experiência também alterou sua relação com o palco: a preparação e o processo de criação passaram a ocupar lugar central em seu ofício.

Com o encerramento do ciclo de “Caju”, a cantora ainda não define os próximos passos. Ela afirma que permanece aberta às possibilidades que surgirem depois da turnê e ao que a música apresentar no futuro.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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