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Liniker retoma vínculo com o Pará em show de “Bye Bye Caju”

Cantora afirma que as experiências em Belém e outras cidades paraenses atravessam sua música e sua relação com o público local.

Liniker retoma vínculo com o Pará em show de “Bye Bye Caju”

A relação de Liniker com o Pará, construída desde os primeiros shows da carreira, será retomada em Belém com a turnê “Bye Bye Caju”, no dia 7 de novembro. A apresentação ocorrerá no Espaço Náutico Marine Club, na penúltima data da turnê, e marcará os dez anos de carreira da cantora.

Ainda à frente do grupo Liniker e os Caramelows, a artista passou a estreitar os laços com o público paraense. Os primeiros shows aconteceram em espaços pequenos e, posteriormente, em locais maiores, na Feira Literária e em festivais. Para Liniker, a acolhida recebida desde o início tornou Belém uma cidade singular em sua trajetória.

Experiências além dos palcos

Nos últimos anos, a presença da cantora no estado também incluiu participações no Arrastão do Pavulagem e no Auto do Círio, além de visitas ao Palácio dos Bares. Liniker esteve ainda em Bragança e no arquipélago do Marajó.

Esses deslocamentos passaram a integrar seu processo artístico. A canção “Charme”, apresentada de forma inédita no Tiny Desk Brasil, está relacionada às experiências vividas pela cantora no Pará.

A artista afirma que o retorno a Belém envolve uma responsabilidade maior, especialmente por acompanhar a produção cultural local. “O povo de Belém é um povo criativo em todas as esferas”, declarou.

Água, paisagem e pertencimento

Entre as imagens que mais a marcaram desde a primeira visita ao estado está a presença da água. Liniker citou a vista do rio a partir da Estação das Docas, a entrada do Combu e a Baía do Marajó como paisagens que provocam sua imaginação.

A cantora também associa esses cenários à vegetação e à presença cotidiana da natureza. Para ela, essa experiência ultrapassa a música e alcança uma dimensão pessoal: “antes de ser artista é uma coisa que me atravessa humanamente”.

Ao longo das visitas, o Pará deixou de representar apenas uma parada entre apresentações. Liniker resume esse vínculo ao afirmar: “Eu tenho paixão pelo Pará, eu tenho paixão por como eu me sinto, mesmo não tendo nascido aí, eu me sinto parte”.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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