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Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento no Rio de Janeiro

Artista era representado pela galeria Fortes DAloia & Gabriel e tinha obras em acervos como MAM-SP, Museu de Arte da Pampulha e Centre Pompidou.

Rodrigo Cass morre aos 43 anos após afogamento no Rio de Janeiro

O artista plástico Rodrigo Cass morreu aos 43 anos, na última quinta-feira, 17, depois de se afogar na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A morte foi confirmada pela galeria Fortes DAloia & Gabriel, que representava o artista havia 14 anos.

A galeria informou que Cass foi vítima de um acidente e comunicou a perda destacando sua trajetória na arte contemporânea brasileira. Em nota, definiu sua produção como uma pesquisa sobre matéria e espírito e afirmou: “Rodrigo construiu uma trajetória única na arte contemporânea brasileira”.

Paulistano, Cass integrou a Ordem do Carmo entre 2000 e 2008, como religioso carmelita, antes de se dedicar às artes visuais. Formou-se em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e construiu uma trajetória de mais de duas décadas no circuito artístico.

Sua produção investigava a abstração a partir das dimensões espirituais da cor e da forma, em diálogo com visões e mistérios do sagrado. Entre os materiais empregados estavam concreto, fibra de vidro e linho. O artista também desenvolveu trabalhos em vídeo, projetados sobre suportes escultóricos, nos quais ações repetitivas acompanhavam processos de transformação, desgaste, acúmulo e recombinação dos materiais.

Cass realizou exposições individuais no Brasil e no exterior, incluindo Portugal, França e Estados Unidos. Neste ano, sua exposição individual Geometria Sensível foi exibida em Portugal.

Uma de suas obras está em cartaz desde o último sábado, 12, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP). Manifestação Revolução Mística reúne sete vídeo-esculturas, uma assemblage e duas pinturas-relevo produzidas para a 39ª edição do Panorama.

Suas obras também integram acervos do Museu de Arte da Pampulha, em Minas Gerais, e do Centre Pompidou, em Paris. A galeria mencionou ainda a presença de relevos, fotografias e vídeo-esculturas em sua produção, associada à iconografia católica clássica, à tradição neoconcreta brasileira e à repetição corporal da performance.

No comunicado, a Fortes DAloia & Gabriel citou a mãe do artista, Cacilda, os irmãos Robson e Rosângela, os sobrinhos e o companheiro, Paulo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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