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Cinco álbuns que anteciparam o rock progressivo nos anos 1960

Discos de King Crimson, Yes, Frank Zappa, The Moody Blues e Soft Machine aparecem em seleção dedicada às origens do gênero.

Cinco álbuns que anteciparam o rock progressivo nos anos 1960
Foto: Reprodução

Antes de o rock progressivo se consolidar como um dos grandes fenômenos da década de 1970, bandas já ampliavam os limites do formato tradicional. Uma seleção dedicada aos anos 1960 reúne cinco discos que ajudaram a estabelecer elementos associados ao gênero, entre estruturas longas, arranjos elaborados, psicodelia, jazz e experimentação de estúdio.

O álbum que abre a relação é “In the Court of the Crimson King”, lançado pelo King Crimson em 1969. O trabalho combina peso, jazz, psicodelia, Mellotron e composições extensas, recursos que seriam explorados com intensidade na década seguinte.

Também de 1969, o disco de estreia do Yes aparece entre os escolhidos. Embora ainda estivesse distante da sofisticação alcançada posteriormente em “Fragile” e “Close to the Edge”, o grupo já apresentava interesse por harmonias complexas, arranjos elaborados e uma abordagem instrumental acima do padrão do rock convencional.

Experimentação e antecedentes

Frank Zappa e The Mothers of Invention são representados por “Uncle Meat”, igualmente lançado em 1969. O álbum combina jazz, rock, experimentação de estúdio e elementos orquestrais, afastando-se do prog mais tradicional e dificultando uma classificação única.

A seleção inclui ainda “Days of Future Passed”, do Moody Blues, lançado em 1967. A aproximação entre rock e orquestra fez do disco uma referência para o desenvolvimento do lado sinfônico do gênero. A estreia do Soft Machine, de 1968, completa a lista com uma mistura de jazz, psicodelia e experimentação, sustentada por uma formação centrada em baixo, bateria e teclados.

Os cinco discos são “In the Court of the Crimson King”, do King Crimson; “Yes”, do Yes; “Uncle Meat”, de The Mothers of Invention; “Days of Future Passed”, do The Moody Blues; e “The Soft Machine”, do The Soft Machine.

Em conjunto, os trabalhos mostram um gênero ainda em formação. Alguns se aproximam mais da psicodelia ou da experimentação do que do prog clássico reconhecido posteriormente, mas todos contribuíram para definir o território musical que seria ocupado pelo rock progressivo nos anos seguintes.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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