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Anette Olzon diz que Nightwish pedia mais contenção em suas performances

Ex-vocalista afirma que integrantes e fãs queriam que ela adotasse uma postura mais discreta e associada ao metal no palco.

Anette Olzon afirmou que precisou conter sua personalidade no palco durante o período em que integrou o Nightwish. Em entrevista ao Chaoszine, gravada na Finlândia antes de um show no país, a cantora disse que integrantes da banda e fãs pediam uma postura mais discreta, considerada por eles mais adequada ao metal sinfônico.

A vocalista entrou no grupo em 2007 sem familiaridade com o gênero e relatou ter se sentido deslocada naquele ambiente. Seu modo de se apresentar, marcado por alegria, dança e interação, contrastava com a imagem sombria associada à banda. “Eu adoro rosa e sou mais a mãe dona de casa no palco”, afirmou.

Para tentar se adaptar, Anette contou que comprou roupas que imaginava serem apropriadas ao universo do grupo. Anos depois, passou a se apresentar de maneira mais próxima de sua personalidade, embora avalie que essa mudança talvez não tenha sido bem recebida pelo público do metal.

Segundo a cantora, os integrantes do Nightwish pediam que ela pegasse leve e fosse mais cool e metal. A cobrança também vinha dos fãs, o que a fazia questionar sua própria identidade artística. Anette se descreveu como uma pessoa alegre, positiva e sensível, interessada em transmitir amor por meio da música.

Reencontro com o repertório do Nightwish

A mudança de postura ocorreu durante a turnê recente em que Anette voltou a cantar músicas do período em que esteve no grupo. Antes da etapa europeia, ela contou à mãe que estava nervosa. O conselho recebido foi repetir o que havia feito na América do Sul e agir como ela mesma.

A cantora disse que seguiu essa orientação, sem se preocupar com a aparência no palco ou com seus movimentos. “Agora sou eu mesma, e é isso que vou ser”, declarou.

Na entrevista, Anette também relacionou essa disposição à Píppi Meialonga, personagem de livros infantis suecos capaz de levantar cavalos. Ela afirmou que sempre se inspirou na lógica da personagem de tentar o que nunca havia feito. Foi assim que enviou uma demo ao Nightwish por indicação de uma amiga, sem ter ouvido a banda.

Depois de deixar o grupo, a sueca lançou os discos solo “Shine” e “Rapture”, nos quais assina as letras.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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