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Brian May aponta “Bohemian Rhapsody” como síntese do Queen

Para o guitarrista, a faixa reúne a diversidade de gêneros, a ambição e o projeto artístico que marcaram a trajetória do Queen.

Brian May considera “Bohemian Rhapsody” a música que melhor reúne as características do Queen. A avaliação leva em conta a variedade de gêneros explorados pela banda e o projeto de inovação que orientou sua formação e sua trajetória.

O Queen surgiu com a mistura de estilos como parte de sua identidade e, ao longo do tempo, incorporou referências como a disco music e o new wave, preservando uma marca própria. Para May, a faixa sintetiza diferentes dimensões desse percurso: “encapsula muito do que somos, do que fomos e do que era o nosso sonho”.

A gravação também expressou a complexidade da composição. A parte instrumental foi registrada sem exigir o mesmo esforço dedicado aos vocais. O trabalho mais demorado envolveu a sobreposição de vozes no estúdio, com o uso de um gravador de fita de 24 canais.

Sob a produção de Roy Thomas Baker, a banda construiu as passagens operísticas conhecidas pelos termos “scaramouches” e “fandangos” em multitrilhas vocais. O processo resultou em cerca de 180 trilhas sobrepostas em submixagens.

May já relatou em entrevistas que a fita usada na gravação ficou transparente, de tão fina, depois de tantas regravações. A história do registro reforça a dimensão técnica de uma faixa que, na avaliação do guitarrista, concentra as muitas faces do Queen.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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