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Bruno Sutter propõe baixar meio tom nas músicas do Iron Maiden

Vocalista diz que Bruce Dickinson mantém a afinação, mas poderia recuperar brilho vocal com ajustes no repertório ao vivo.

Bruno Sutter avaliou que Bruce Dickinson mantém a afinação em alto nível, mas perdeu brilho vocal ao longo do tempo. Para o cantor do Massacration e responsável por um tributo ao Iron Maiden, o repertório da banda poderia ser executado meio tom abaixo nos shows, medida que favoreceria o timbre do vocalista.

A análise foi apresentada durante uma entrevista ao Mariutti Team Podcast. No fim da conversa, ao escolher entre Dickinson e Michael Kiske, do Helloween, Sutter afirmou que sua preferência histórica é pelo cantor do Iron Maiden. Quando o critério é a longevidade vocal, porém, considerou os dois equivalentes, apesar do período em que Kiske ficou afastado da carreira.

“O Bruce tem uma questão, que eu não sei se é uma questão dele ou uma questão do Iron Maiden, de sempre manter a afinação padrão das músicas”, disse Sutter. Ele associou a perda de brilho ao desgaste natural da musculatura vocal com a idade e citou Dio e o Helloween como exemplos de artistas que ajustaram os tons de suas canções.

O vocalista também levantou a possibilidade de que Steve Harris resista à mudança. Segundo Sutter, as músicas da carreira solo de Dickinson costumam ser apresentadas em afinações mais baixas.

Apesar da observação, Sutter destacou a capacidade do cantor britânico. “O Bruce é o atleta da voz”, afirmou. Ele lembrou que Dickinson está perto dos 70 anos e que, recentemente, interpretou “Seventh Son” prolongando uma nota além do registro presente no disco. Ainda assim, disse preferir o timbre de Kiske atualmente.

Tributo e coleção

Sutter criou seu tributo ao Iron Maiden durante a pandemia com a proposta de manter um projeto autossustentável, sem custos para os contratantes. No ano passado, realizou 94 shows, divididos aproximadamente entre o Massacration e o tributo.

O cantor afirmou ter quase todos os discos do Iron Maiden em vinil. Em sua coleção, faltam “The Final Frontier” e “A Matter of Life and Death”. Em uma passagem pela Europa, visitou, em Londres, o estádio do West Ham, time de Steve Harris, e encontrou em Portugal uma edição de “Dance of Death” em vinil. Ao ser convidado a indicar o disco de metal perfeito, escolheu “Seventh Son of a Seventh Son”.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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