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Joe Lynn Turner compara parceria com Ritchie Blackmore e Yngwie Malmsteen

Vocalista afirma que Blackmore aceitava contribuições, enquanto Malmsteen buscava controle total durante a produção de “Odyssey”.

Joe Lynn Turner compara parceria com Ritchie Blackmore e Yngwie Malmsteen

Joe Lynn Turner afirmou que Ritchie Blackmore e Yngwie Malmsteen adotavam posturas muito diferentes no trabalho, apesar da reputação de ambos como músicos centralizadores. O cantor atuou com Blackmore no Rainbow e no Deep Purple e foi vocalista da banda de Malmsteen entre essas duas experiências.

Em entrevista ao Rock Overdose, Turner disse que nunca teve problemas com Blackmore, embora o considere uma pessoa e um músico difíceis. Para ele, a principal diferença está na disposição para o diálogo: Malmsteen buscava controle total e não colaborava da mesma maneira, enquanto Blackmore recebia as ideias dos demais integrantes.

“Ele não quer realmente colaborar, ao passo que o Ritchie queria”, afirmou Turner, ao descrever a dinâmica com os dois guitarristas. O vocalista acrescentou que Blackmore defendia suas posições, mas também aceitava discutir os argumentos da banda até que chegassem a uma solução intermediária.

A relação com Malmsteen, segundo Turner, teve um ponto de conflito específico: declarações que diminuiriam a participação de outros profissionais em “Odyssey”. O cantor disse que não aceita que sua contribuição como intérprete e compositor seja negada, assim como a importância de Jeff Scott Soto, Mike e de outras pessoas envolvidas no álbum.

O trabalho em “Odyssey”

Apesar das divergências, Turner elogiou o resultado do disco, lançado em 1988. Para ele, “Odyssey” foi o melhor trabalho de Malmsteen: o álbum levou o guitarrista às rádios, ampliou sua popularidade e apresentou partes de guitarra mais voltadas à composição, com abordagem melódica e execução técnica.

Turner também mencionou “Crystal Ball” como exemplo da qualidade do material. Na avaliação do vocalista, os dois funcionavam bem juntos musicalmente, ainda que a colaboração não fosse simples fora desse aspecto.

“Estou lá para trabalhar. Estou lá para ajudar. Estou lá para influenciar. Estou lá para colaborar”, declarou Turner. Ele afirmou que foi contratado pela PolyGram para contribuir com o sucesso comercial do projeto e disse acreditar que Malmsteen não gostava dessa orientação, embora tenha ficado com o dinheiro obtido.

“Odyssey” foi o quarto álbum de estúdio de Malmsteen e alcançou o 40º lugar no The Billboard 200, nos Estados Unidos. Na Suécia, chegou ao 7º lugar e recebeu disco de ouro.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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