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Como Mick Taylor conquistou seu lugar nos Rolling Stones

Uma sessão em estúdio com “Honky Tonk Women” convenceu Keith Richards de que o guitarrista poderia substituir Brian Jones.

Como Mick Taylor conquistou seu lugar nos Rolling Stones
Foto: Reprodução - Crossfire Hurricane

A entrada de Mick Taylor nos Rolling Stones foi decidida em uma sessão de estúdio. Recomendado por John Mayall, o guitarrista foi levado ao Olympic Studios para tocar em “Honky Tonk Women”, faixa que estava sendo finalizada após a saída de Brian Jones.

Jones havia sido um dos fundadores da banda e contribuíra para ampliar os recursos instrumentais do grupo ao longo dos anos 1960. Com sua situação cada vez mais difícil, os Stones passaram a buscar um substituto. Taylor, então com pouco mais de 20 anos, já tinha tocado com os Bluesbreakers e reunia experiência suficiente para ser considerado por Mayall.

Keith Richards recordou que a primeira impressão foi positiva, mas que o teste também servia para avaliar a combinação entre os dois guitarristas. “Não foi surpresa para nós o quanto ele era bom”, escreveu Richards em sua autobiografia. Para ele, a única forma de saber como funcionariam juntos era tocar lado a lado.

A sessão convenceu a banda. Richards afirmou que ele e Taylor fizeram “algumas das coisas mais brilhantes que os Stones já fizeram” e associou o novo integrante a um toque melódico, um sustain bonito e uma compreensão particular da música.

Taylor, por sua vez, lembrava-se de “Live With Me” como a primeira faixa dos Rolling Stones em que participou. O produtor Jimmy Miller teria demonstrado entusiasmo ao ouvir as duas guitarras em ação, uma combinação que a banda havia perdido enquanto Jones se afastava progressivamente das atividades.

A passagem de Taylor pelos Stones durou cinco anos. Nesse período, ele participou de “Let It Bleed” e integrou trabalhos como “Sticky Fingers”, “Exile on Main St.” e “Goats Head Soup”. Também tocou em músicas como “Sway”, “Moonlight Mile” e “Can't You Hear Me Knocking”.

O teste que definiu sua entrada teve uma estrutura direta: colocar o guitarrista diante da banda, iniciar a gravação e observar o resultado. Para Richards e os demais integrantes, a combinação funcionou.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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