Uma palheta de ouro maciço inspirada em The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, está disponível por £4.750 (R$ 32.775). O item integra uma coleção da Royal Mint, instituição que também oferece versões em prata e cobre, além de moedas comemorativas relacionadas ao álbum.
A palheta de prata custa £130 (R$ 897), enquanto a de cobre é vendida por £40 (R$ 276). A coleção inclui ainda uma moeda de £5, por £19 (R$ 131), e uma moeda de ouro proof 1oz, comercializada por £5.300 (R$ 36.570).
Desenhada por Daniel Thorne, a palheta combina referências ao solo de guitarra de David Gilmour em “Time” e ao prisma da capa de The Dark Side of the Moon. O design do prisma foi criado por Henry Gray a partir da arte original de Storm Thorgerson e George Hardie.
A coleção da Royal Mint
A Royal Mint existe desde 886 d.C. e atua como Casa da Moeda britânica, além de produzir moedas comemorativas e medalhas militares. A instituição já homenageou, na série Music Legends, nomes como The Who, Elton John, Queen, David Bowie, George Michael, Shirley Bassey, Paul McCartney e Freddie Mercury.
A série soma cerca de meio milhão de moedas vendidas a colecionadores de 108 países diferentes. Rebecca Morgan, diretora da Royal Mint, afirmou que o prisma do Pink Floyd é “instantaneamente reconhecível para fãs ao redor do mundo”.
Lançado como um dos álbuns de estúdio mais vendidos de todos os tempos, The Dark Side of the Moon já ultrapassou 50 milhões de cópias. O disco costuma aparecer atrás apenas de Thriller (1982), de Michael Jackson, e Back in Black (1980), do AC/DC, nessa relação.
O álbum também permaneceu por anos no Top 200 da Billboard. Existe ainda a história de que teria funcionado, em algum lugar dos Estados Unidos, uma fábrica de discos de vinil dedicada exclusivamente à prensagem do trabalho.



