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Rob Halford detalha por que refez os vocais de “Unleashed in the East”

Vocalista do Judas Priest afirma que o jet lag desgastou sua voz durante os shows no Japão e explica a gravação posterior em estúdio.

Rob Halford detalha por que refez os vocais de “Unleashed in the East”
Foto: Reprodução - Unleashed In The East

Rob Halford explicou por que refez em estúdio os vocais de Unleashed in the East, primeiro álbum ao vivo do Judas Priest. Registrado durante dois shows em Tóquio, no Japão, o trabalho foi lançado em 1979 e passou por correções posteriores. O vocalista afirma que sua voz estava desgastada nas apresentações e considera necessário esclarecer como o disco foi concluído.

Segundo Halford, a banda foi avisada pela gravadora de que os shows seriam gravados e não teve tempo suficiente para se preparar. O cantor também enfrentava os efeitos do jet lag, enquanto tentava permanecer acordado durante o dia para se apresentar à noite. “Por causa disso, minha voz ficou realmente muito desgastada”, afirmou.

A regravação ocorreu no estúdio da casa de Ringo Starr, baterista dos Beatles. Halford contou que pediu ao produtor Tom Allom para cantar o show inteiro sem pausas. Dessa forma, sustentou que sua performance vocal foi registrada de maneira contínua, sem regravações de trechos ou correções posteriores — embora a banda estivesse no Japão e ele, na Inglaterra.

O lugar do álbum na trajetória do Judas Priest

Halford também relacionou o lançamento ao crescimento internacional do metal a partir de 1980. Para ele, o registro ao vivo do Judas Priest no Japão pode ter funcionado como catalisador ou referência para parte do público, por preservar a essência ao vivo do material apresentado pela banda.

O álbum marcou o início da parceria com Tom Allom, que posteriormente assinou a produção de vários trabalhos bem-sucedidos do grupo. Também foi o último disco do Judas Priest com Les Binks na bateria.

Treze das quinze músicas executadas nos shows foram gravadas e lançadas em diferentes edições ao longo dos anos. “White Heat, Red Hot” e “Take On The World” ficaram fora do registro. O álbum alcançou o 10º lugar na parada britânica e recebeu disco de platina nos Estados Unidos, por mais de um milhão de cópias vendidas.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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