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Wolf Hoffmann diz preferir fase atual do Accept aos anos 1980

Guitarrista atribui a escolha ao trabalho recente com Mark Tornillo e ao amadurecimento acumulado pela banda.

Wolf Hoffmann diz preferir fase atual do Accept aos anos 1980
Foto: Napalm Records - Christoph Vohler

Wolf Hoffmann afirmou que a fase atual do Accept é a sua preferida em toda a trajetória da banda, inclusive em comparação com os anos 1980. O guitarrista fez a avaliação durante entrevista ao programa Full Metal Jackie, ao comentar o balanço de cinco décadas de carreira.

Para Hoffmann, o período recente ganhou força especialmente pela formação com o vocalista Mark Tornillo, que está no grupo há 17 anos. A lembrança dos anos 1980 permanece associada ao momento de consolidação do Accept no heavy metal, enquanto os anos 1990 são descritos pelo músico como um período sombrio, seguido por uma pausa nas atividades.

“Pessoalmente, eu curto esses últimos anos da nossa carreira, especialmente os que temos agora com o nosso novo vocalista, Mark Tornillo”, declarou Hoffmann. Ao justificar a preferência, ele relacionou a produção mais recente a uma maior consciência sobre o trabalho da banda e a uma possível sabedoria adquirida com o tempo, embora tenha demonstrado dúvida sobre essa segunda explicação.

Um balanço de cinco décadas

Pouco afeito à nostalgia, o guitarrista disse que normalmente não costuma permanecer voltado ao passado. A preparação de um projeto comemorativo, porém, levou-o a revisitar o catálogo do Accept e a reunir participações de convidados. O processo fez com que ele enxergasse o resultado como uma espécie de currículo em áudio da banda.

“De repente eu me sinto velho, porque até então eu sempre pensava: 'Ah, tanto faz, 50 anos, sim, sim'”, afirmou. Hoffmann também contou que, quando o grupo começou, ninguém esperava que sua existência chegasse a cinco meses, muito menos a cinco décadas, em uma época em que o metal ainda dava os primeiros passos e não havia referências de carreiras longas no gênero.

O projeto comemorativo se chama “Teutonic Titans 1976-2026” e reúne 19 faixas, com releituras do repertório clássico e a participação de dezenas de convidados. Segundo Hoffmann, revisitar a história serviu como uma recarga de energia. O próximo plano é preparar um disco inédito de estúdio, depois de 17 álbuns lançados pelo Accept.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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