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Aquipta chega como nova alternativa para prevenir enxaqueca episódica e crônica

Registro aprovado pela Anvisa contempla comprimidos de 10 mg e 60 mg, mas não define preço nem data de chegada às farmácias.

Aquipta chega como nova alternativa para prevenir enxaqueca episódica e crônica
Foto: Studio Romantic/Adobe Stock

A enxaqueca afeta cerca de 15% da população mundial e pode provocar crises recorrentes de dor de cabeça moderada a grave, acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som. Foi nesse contexto que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta terça-feira, 8, o registro do Aquipta (atogepanto), da AbbVie, para adultos com pelo menos quatro episódios mensais da doença.

O medicamento é apresentado pela Anvisa como uma nova opção de prevenção para as formas episódica e crônica da enxaqueca. A agência informou que a autorização abrange comprimidos de 10 mg e 60 mg. A resolução, porém, não informa o preço do produto nem quando ele estará disponível nas farmácias.

A ação do atogepanto está relacionada ao bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor e nos mecanismos fisiopatológicos da enxaqueca. A AbbVie explicou que o fármaco é um antagonista oral seletivo do receptor do peptídeo relacionado ao gene da calcitonina (CGRP). Ao impedir a ligação nesse receptor, o medicamento interrompe o sinal associado à inflamação e à dor.

A Anvisa afirmou que, embora já existam tratamentos preventivos, muitos não atuam de maneira específica sobre os mecanismos fisiopatológicos da doença. Estudos de desenvolvimento indicaram redução significativa no número mensal de dias de enxaqueca em comparação com placebo, tanto entre pacientes com a forma episódica quanto entre aqueles com a forma crônica.

Base dos estudos

Em nota, a AbbVie informou que a aprovação se baseou principalmente nos estudos internacionais de Fase 3 Advance e Progess. As pesquisas avaliaram eficácia, segurança e tolerabilidade do atogepanto em adultos com enxaqueca episódica e crônica, respectivamente.

A doença é descrita pela Anvisa como neurológica e altamente incapacitante. Além dos sintomas durante as crises, provoca impacto “significativo na qualidade de vida” e repercussões no trabalho, na vida social e no uso de serviços de saúde.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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