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Remoção de árvore em Goiânia terá custo de R$ 39.600 e duração de seis dias

Gameleira ocupa o passeio e danificou uma residência; operação depende da contratação de dois guindastes de grande porte.

Remoção de árvore em Goiânia terá custo de R$ 39.600 e duração de seis dias

A remoção da gameleira que avançou sobre uma residência no Setor Campinas foi estimada em R$ 39.600 para a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). O valor corresponde à locação de dois guindastes, ao custo de R$ 3.300 por diária para cada equipamento.

A operação deverá durar seis dias, com os guindastes trabalhando simultaneamente. A Comurg ainda não definiu a data do serviço porque aguarda a indicação de um gestor e de um fiscal para o contrato de locação. A companhia ficará encarregada da poda e da retirada da árvore.

A estrutura necessária inclui guindastes telescópicos com alcance mínimo de 35 metros e capacidade mínima de 25 toneladas cada, além de cestos aéreos reforçados. A dimensão da gameleira e a proximidade com o imóvel dificultam o corte.

A árvore, da espécie Ficus elastica, está na Rua José Hermano. Com cerca de 10 metros de altura, ela bloqueia completamente o passeio público e tem parte significativa da copa projetada sobre a residência. O sistema de raízes provocou o deslocamento de uma parede, entrou por rachaduras e pelo teto e também avançou sobre a rua.

A autorização para o corte foi concedida pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) em agosto de 2024, após vistoria que identificou danos na estrutura do imóvel. O parecer técnico registrou que a árvore aparentemente estava em bom estado, mas apontou os problemas que fundamentaram a medida. A inspeção ocorreu em 26 de agosto de 2024 e foi conduzida pela Gerência de Arborização Urbana da Amma.

Tramitação do caso

O morador procurou o Ministério Público para relatar que galhos alcançavam o telhado e que partes de grande porte haviam caído dentro da casa. Ele também informou que já tinha aberto processo na Amma, obtido parecer favorável à retirada e feito diversos contatos com a prefeitura sem que o serviço fosse realizado.

Diante do relato de risco, o Ministério Público enviou ofício à Comurg em 18 de julho de 2025, solicitando providências e um relatório. Em 23 de julho de 2025, a assessoria jurídica da companhia encaminhou o caso à Diretoria de Operações para análise dos documentos e adoção das medidas necessárias.

A Comurg informou que removerá também o material cortado e as raízes. A massa verde será usada na produção de adubos. O reparo da calçada e o plantio compensatório ficarão a cargo do proprietário, conforme o Código de Posturas do Município. A Amma determinou o plantio de uma muda de escova-de-garrafa (Callistemon viminalis), que deverá ser mantida por pelo menos 12 meses.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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