A nova adaptação de Resident Evil abriu com US$ 108.3 milhões no primeiro final de semana nas bilheterias mundiais. O resultado é a maior estreia da franquia e também o melhor lançamento da carreira do diretor Zach Cregger nos mercados doméstico, internacional e global.
Nos Estados Unidos, o filme arrecadou US$ 60 milhões, acima das projeções de US$ 40-50 milhões. A produção soma ainda US$ 48.3 milhões no mercado internacional. Reino Unido (US$5.8M), México (US$5.6M), França (US$2.6M), Austrália (US$2.6M) e Alemanha (US$2.5M) formam os cinco maiores mercados.
No desempenho internacional, o longa está 66% à frente de A Hora do Mal, 33% acima de Um Lugar Silencioso: Dia Um e 18% à frente de Alien: Romulus no mesmo período. A arrecadação total já superou a da adaptação original, Resident Evil: O Hóspede Maldito (US$102.9M), e a do reboot Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (US$41.9M).
O desempenho do filme antecede um novo projeto de Roy Lee, um dos produtores do capítulo recente de Resident Evil. Ele desenvolve um reboot de Silent Hill, outra franquia de jogos que já chegou três vezes ao cinema. O projeto pode ser transformado em uma série de TV, mas o formato ainda não foi confirmado.
O histórico de Silent Hill
O primeiro filme de Silent Hill chegou aos cinemas em 2006 e se tornou um clássico cult entre os fãs de terror. A continuação foi lançada seis anos depois e não conquistou o público.
Christophe Gans, diretor da adaptação original, voltou a comandar um reboot baseado no jogo Silent Hill 2. O longa foi massacrado pelos críticos e fracassou nas bilheterias.
Entre os trabalhos de Roy Lee estão O Chamado, O Grito, It: A Coisa e Hokum – O Pesadelo da Bruxa. Já Resident Evil tem roteiro assinado por Cregger e Shay Hatten, além de elenco formado por Austin Abrams, Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser.
O terror obteve 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e nota B+ do público no CinemaScore, a melhor média de aprovação da história da saga.

