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Turbo apresenta quarto álbum em Belém com participação da Molho Negro

Show no Na Figueredo marca o lançamento de A Grande Aventura do Mundo Moderno, produzido por Gabriel Zander.

Turbo apresenta quarto álbum em Belém com participação da Molho Negro

A banda paraense Turbo lança nesta sexta-feira (11) o álbum A Grande Aventura do Mundo Moderno, em show no Núcleo de Conexões Na Figueredo, a partir das 20h. A apresentação terá participação da Molho Negro e ingressos promocionais a R$ 30. A realização é do Se Rasgum.

Com 21 anos de carreira, a Turbo apresentará integralmente seu quarto álbum de estúdio. O disco reúne oito faixas inéditas e foi produzido por Gabriel Zander. O trabalho amplia a discografia do grupo, que também inclui os álbuns Turbo (2006), Eu Sou Spartacus (2015) e O Melhor Naufrágio (2017).

A banda é uma das veteranas do rock independente de Belém e combina referências de stoner rock e pós-grunge com melodias marcantes. Entre as músicas conhecidas do grupo estão Gibson, Calor Senegalês e Fator Yoko.

A Molho Negro retorna à cidade em que surgiu para dividir o palco com a Turbo. Vocalista e guitarrista do grupo, João Lemos afirmou que a banda teve influência decisiva nos primeiros passos da Molho Negro. “O Molho Negro teve muita inspiração do Turbo no início da carreira”, declarou.

O reencontro também se relaciona ao desejo da Molho Negro de ampliar as ocasiões para tocar em Belém, para além da apresentação tradicional de fim de ano. Lemos descreveu o retorno como uma oportunidade de rever o público local e acompanhar sua renovação: “É sempre muito significativo pra gente voltar na cidade e observar que o público da gente não só se manteve, como também se renovou”.

Com trajetória nacional no garage rock, a Molho Negro reúne refrãos marcantes e letras de ironia urbana. A banda também associa sua produção à cena musical paraense, identificando um “sotaque” próprio em diferentes grupos surgidos em Belém.

Depois de circular por palcos de diversas regiões do país, o grupo vive uma nova etapa de shows e viagens. Para João Lemos, esse movimento reforça a necessidade de investimento na música alternativa, caminho que, segundo ele, impõe desafios a artistas, produtores culturais e donos de casas de show.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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