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Gene Simmons relaciona saídas de Frehley e Criss a drogas e álcool

Baixista do Kiss também relembrou a morte de Ace Frehley, as tensões com Peter Criss e decisões financeiras da banda.

Gene Simmons relaciona saídas de Frehley e Criss a drogas e álcool

A morte de Ace Frehley, em 2025, levou Gene Simmons a relembrar a influência do guitarrista e as circunstâncias que marcaram sua trajetória no Kiss. Em entrevista ao podcast The Moynihan Report, o baixista afirmou que as saídas de Frehley e Peter Criss não foram provocadas por dinheiro, mas pelo uso de drogas e álcool.

“Não foi por causa de dinheiro. Foram drogas e álcool, infelizmente”, disse Simmons. Ele afirmou que nem ele nem Paul Stanley enfrentaram o mesmo problema e reconheceu que os dois músicos foram fundamentais para a história do grupo. Para o baixista, a exposição prolongada exige uma disposição que não é igual para todos.

As primeiras rupturas ocorreram no início dos anos 1980, quando Frehley e Criss deixaram o Kiss. A turnê de despedida End of the Road terminou no Madison Square Garden em dezembro de 2023 e chegou a ser considerada uma possibilidade de reaproximação. Uma participação dos dois ex-integrantes, porém, não aconteceu.

Frehley havia dito que Simmons e Stanley mudaram de posição poucos meses antes do show. Ainda assim, afirmou que não odiava os antigos companheiros, a quem continuava chamando de irmãos de rock and roll. Ao falar sobre a morte do guitarrista, Simmons destacou sua influência sobre músicos como Dimebag Darrell, do Pantera, Mike McCready, do Pearl Jam, e integrantes do Metallica.

O baixista também recordou uma declaração que Frehley teria feito ao deixar a banda: “Vou seguir carreira solo, porque se eu for para a estrada de novo eu vou me matar”. Simmons disse que, na última saída do guitarrista, em 2002, o consumo de drogas havia atingido um nível capaz de afetar sua família. Durante a cerimônia do Kennedy Center Honors, o Kiss deixou uma cadeira vazia em homenagem a Frehley, na presença de Monique, filha dele.

As decisões sobre os integrantes originais

Ao comentar Peter Criss, Simmons afirmou que o baterista costumava se colocar na posição de vítima e não assumia responsabilidade pelo próprio comportamento. Segundo o baixista, Criss recebe atualmente poucos royalties por uma decisão tomada décadas atrás.

Simmons e Stanley compraram a participação de Criss no Kiss em 1982 e depois fizeram o mesmo com a parte de Frehley. Com isso, os dois integrantes originais passaram a ser funcionários da própria banda. Para Simmons, a atividade do grupo também envolve uma dimensão empresarial: “Todo grupo de pessoas é um negócio. O dinheiro tem de vir de algum lugar.”

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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