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Lars Ulrich relembra turnê do Metallica com Guns N’ Roses em 1992

Baterista destaca a união entre as bandas, apesar dos acidentes e conflitos que marcaram a excursão por estádios.

Lars Ulrich relembra turnê do Metallica com Guns N’ Roses em 1992
Foto: Universal Music - Tim Saccenti

Lars Ulrich ainda considera motivo de orgulho a turnê que reuniu Metallica e Guns N’ Roses em 1992. Em resposta à Kerrang!, o baterista afirmou que a realização da excursão, por si só, foi a principal lembrança daquele período — mais do que os excessos e as dificuldades dos bastidores.

As duas bandas estavam entre as maiores do rock naquele momento. O Metallica vivia a repercussão do álbum preto, enquanto o Guns N’ Roses atravessava a fase de maior alcance dos dois volumes de “Use Your Illusion”. A proposta colocou no mesmo circuito grupos com estruturas, rotinas e personalidades próprias, em uma sequência de apresentações em estádios.

“Foi muito legal e algo sem precedentes, e eu fiquei muito orgulhoso de termos conseguido fazer aquela turnê acontecer”, disse Lars. Segundo ele, Metallica e Guns N’ Roses também encontraram uma forma de alcançar o público fora dos meios tradicionais de divulgação nos Estados Unidos, especialmente o rádio, e seguiram juntos apoiados pela resposta dos fãs.

A excursão teve 25 shows na América do Norte e contou com o Faith No More na abertura. O episódio mais grave ocorreu em Montreal, quando James Hetfield sofreu queimaduras após ser atingido pelas chamas de um efeito pirotécnico. Na mesma noite, o Guns N’ Roses terminou sua apresentação antes do horário previsto, e o encerramento foi seguido por tumulto.

Kirk Hammett descreveu a experiência de outra maneira anos depois. Para o guitarrista, a turnê foi “muito estressante”, em razão dos problemas relacionados a Axl Rose e das consequências do acidente de Hetfield. O Metallica precisou cancelar apresentações, enquanto a estrutura da excursão continuava em circulação e gerava despesas.

Lars Ulrich, no entanto, preserva a lembrança da proximidade entre os músicos e das situações inesperadas que, segundo ele, ocorriam todas as noites. Três décadas depois, sua memória está associada à possibilidade de duas bandas que haviam crescido fora dos caminhos tradicionais da indústria compartilharem os mesmos estádios no auge de suas trajetórias.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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