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Moonspell une peso e orquestra em registro ao vivo gravado em Lisboa

Opus Diabolicum documenta um show do Moonspell com a Sinfonietta de Lisboa e revisita diferentes fases da banda portuguesa.

O Moonspell reúne Heavy Metal e música erudita em Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show, registro de um concerto realizado em 26 de outubro de 2024, na MEO Arena, em Lisboa. Sob a regência do maestro Vasco Pearce de Azevedo, a apresentação contou com uma orquestra sinfônica de 45 músicos e foi registrada com mixagem do produtor Jaime Gomez Arellano.

Acompanhado pela Sinfonietta de Lisboa, o grupo português explora a combinação entre as texturas orquestrais e os elementos centrais de sua música. Os arranjos ampliam a atmosfera sombria das composições, enquanto os riffs de Ricardo Amorim, a bateria e a percussão orquestrada sustentam a dimensão pesada do repertório. Fernando Ribeiro conduz a apresentação com sua presença cênica e seus vocais característicos.

Repertório atravessa diferentes fases

A abertura fica por conta de “Tungstennio”, executada pela orquestra. Na sequência, o álbum 1755, lançado em 2017, ocupa posição central no show, com cinco faixas: “Em Nome do Medo”, “1755”, “In Tremor Dei”, “Desastre” e “Ruínas”. O disco conceitual, cantado inteiramente em português, aborda o terremoto de Lisboa ocorrido em 1755.

O segundo CD percorre outras etapas da trajetória do Moonspell. Entre as releituras, “Vampiria” se destaca pelos novos arranjos, antes do encerramento com “Alma Mater” e “Fullmoon Madness”. O repertório também retoma elementos de uma década marcada por mudanças de direção musical.

Em 2021, a banda lançou “Hermitage”, trabalho descrito como mais leve, contido, progressivo e melancólico. No ano seguinte, “From Down Below - Live 80 Meters Deep” registrou uma apresentação realizada a 80 metros de profundidade nas Grutas de Mira de Aire, com faixas de “Hermitage”.

Edição brasileira

Lançado no mercado nacional pela Shinigami Records, Opus Diabolicum chegou ao Brasil em uma edição física com dois CDs. O material inclui uma capa nova e exclusiva para o lançamento brasileiro, além de encarte com fotos do concerto.

A combinação entre o repertório do Moonspell e a Sinfonietta de Lisboa estrutura um registro ao vivo que atravessa diferentes momentos da banda, com ênfase nas composições de “1755” e nas releituras orquestrais de canções conhecidas do grupo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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