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Regis Tadeu questiona leitura sobre a produção de “Roots”, do Sepultura

Durante uma live, o jornalista rejeitou a ideia de que o álbum tenha um som cru e tribal e destacou suas escolhas de estúdio.

Regis Tadeu contestou a interpretação de que Roots, álbum do Sepultura, teria um som cru e tribal. A avaliação foi apresentada durante uma live semanal, em resposta a um comentário sobre a importância de Ross Robinson para a sonoridade do disco e para a cena do metal.

O jornalista reconheceu o papel do produtor americano, mas discordou da descrição associada ao álbum. “Não acho som cru não, viu? Pelo contrário, eu acho que o som do Sepultura do 'Roots' não tinha nada de cru ali”, afirmou. Para ele, o disco é marcado por produção elaborada e pelo uso de efeitos.

Como Ross Robinson entrou no projeto

Sérgio Martins atribuiu a Patrícia Kissa o relato sobre a aproximação entre Robinson e a banda brasileira. Segundo a reconstrução apresentada na transmissão, Max Cavalera conheceu o trabalho do produtor por meio do enteado, dentro de casa.

O interesse do músico teria surgido após ele ouvir o disco de estreia do Korn. O que chamou sua atenção foi o tratamento sonoro, especialmente a timbragem das guitarras, e não a composição. A partir daí, Cavalera teria decidido procurar o responsável pelo resultado: “Cara, eu vou chamar esse sujeito aí”.

A discussão também mencionou as guitarras de sete cordas usadas pelo Korn e a afinação mais baixa dos instrumentos. O recurso já aparecia em conversas com Andreas Kisser à época e foi relacionado às escolhas de estúdio que contribuíram para o resultado de Roots.

A live foi dedicada ao papel dos produtores na obra de artistas e também abordou Judas Priest, Metallica, Def Leppard e Black Sabbath. O Sepultura voltou ao debate quando os participantes elogiaram uma apresentação recente da banda e o desempenho do Black Pantera.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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