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Andreas Kisser relata choro de baixista do Korn antes de show do Sepultura

Fieldy teria se emocionado ao ver integrantes do Sepultura e do Pantera comemorando o título mundial do Brasil em Los Angeles.

Andreas Kisser contou que Fieldy, baixista do Korn, chorou antes de uma apresentação do Sepultura em Los Angeles, realizada no dia da final da Copa do Mundo de 1994. O guitarrista relatou o episódio ao jornalista André Barcinski, durante uma live no canal dele no YouTube.

Na ocasião, o Sepultura fazia uma turnê pelos Estados Unidos com Pantera, Biohazard e Prong. Integrantes das bandas compraram ingressos de cambista para assistir à partida entre Brasil e Itália, disputada em 17 de julho. Depois do jogo, que terminou com o título mundial brasileiro, o grupo se apresentou usando pintura verde e amarela. Músicos do Pantera também vestiram camisas do Brasil e levaram uma bandeira.

“Seis da tarde a gente estava lá no palco, pintado de verde e amarelo”, disse Kisser. Segundo o guitarrista, Fieldy se emocionou ao presenciar a cena e afirmou ter chorado antes do show.

A influência de Roots

Durante a conversa, Kisser foi questionado sobre a possibilidade de o Sepultura ser considerado o pai do nu metal, gênero frequentemente associado ao álbum Roots. Ele respondeu com humor: “Para você saber se você é um bom pai, só o filho falando”. O músico lembrou que Deftones, Slipknot, Limp Bizkit e Korn já citaram o Sepultura como influência.

Kisser afirmou que nunca se preocupou em reivindicar o título de criador de um gênero. Na avaliação apresentada por ele, a permanência de Roots está ligada à decisão de não seguir o padrão buscado pela indústria musical naquele período. Segundo o guitarrista, gravadoras defendiam guitarras cortadas e uma produção uniforme para bandas como Pantera, Fear Factory e Deftones, enquanto o Sepultura optou por outro caminho.

O músico atribuiu parte do resultado ao produtor Ross Robinson e ao trabalho de mixagem de Andy Wallace. Ele descreveu a combinação como perfeita e associou o caráter orgânico do disco à afinação mais baixa, ao timbre de Max Cavalera e ao detalhamento dado por Robinson ao baixo de Paulo Jr.

O Sepultura encerra a carreira em 7 de novembro, no Pacaembu, em São Paulo.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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