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“Welcome to the Black Parade” e a herança épica de “Bohemian Rhapsody”

Faixa do My Chemical Romance foi comparada ao clássico do Queen por Ray Toro e pelo crítico Paul Travers.

“Welcome to the Black Parade” e a herança épica de “Bohemian Rhapsody”
Foto: YouTube Oficial

“Welcome to the Black Parade”, do My Chemical Romance, foi associada a “Bohemian Rhapsody”, do Queen, por sua dimensão épica e pelo papel central que ocupa no álbum conceitual “The Black Parade”. A comparação apareceu em declarações do guitarrista Ray Toro e em uma análise assinada por Paul Travers no site da Louder.

Lançada em 1975, “Bohemian Rhapsody” se tornou uma referência do rock por combinar uma estrutura pouco convencional com elementos de ópera. Já “Welcome to the Black Parade” integra “The Black Parade” (2006), disco cuja história acompanha uma pessoa próxima da morte. Na narrativa do álbum, a faixa está entre os momentos de maior destaque.

Em entrevista ao site da Seymour Duncan, Ray Toro citou “Welcome to the Black Parade” e “Famous Last Words” como suas músicas preferidas do trabalho. Ao explicar a relação com o clássico do Queen, afirmou: “É provavelmente a música mais épica do álbum.”

O guitarrista também contou que a composição começou a ser desenvolvida nos primeiros anos da banda e tinha características diferentes da versão conhecida. Segundo Toro, a canção era inicialmente lenta, baseada em acordes e próxima de “My Way”, de Frank Sinatra. Antes, a faixa se chamava “The Five of Us Are Dying”.

Na avaliação de Paul Travers, “Welcome to the Black Parade” se tornou a música emblemática do My Chemical Romance e uma atualização de “Bohemian Rhapsody”. Para o crítico, a ambição da faixa completa a proposta de “The Black Parade” e sintetiza a identidade da banda.

A música ultrapassou 1 bilhão de plays no Spotify e foi a segunda faixa do My Chemical Romance a atingir essa marca. “Bohemian Rhapsody” passou de 3,2 bilhões de reproduções na mesma plataforma.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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