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Freddie Mercury criou “Crazy Little Thing Called Love” na banheira

Canção do Queen foi escrita em poucos minutos, gravada em meia hora e vendeu milhões de cópias nos Estados Unidos.

Freddie Mercury compôs “Crazy Little Thing Called Love”, um dos sucessos do Queen, enquanto estava na banheira. A música nasceu em 1979, com inspiração em Elvis Presley, que havia morrido pouco antes, e levou poucos minutos para ser escrita e gravada.

Em uma entrevista de 1981, Mercury contou que criou a canção no violão, instrumento que, segundo ele, dominava pouco. A limitação acabou orientando a composição: “Eu compus aquilo no violão, que eu não toco nada”. O músico disse ainda que trabalhou com os poucos acordes que conhecia.

Peter Hince, roadie-chefe do Queen, relatou que a ideia surgiu durante o banho. Mercury teria saído enrolado em uma toalha, recebido o violão e apresentado os acordes imediatamente. Para Hince, o vocalista tinha a capacidade de identificar uma boa canção pop.

Roger Taylor também lembrou do processo de gravação. A faixa foi registrada seis meses antes das demais músicas do álbum e, conforme o baterista, ficou pronta no estúdio em meia hora. “Acabei de escrever isso na banheira”, teria dito Mercury ao chegar para a sessão.

Lançamento e vendas

“Crazy Little Thing Called Love” saiu primeiro na Inglaterra, em outubro, acompanhada de uma versão ao vivo de “We Will Rock You”. Nos Estados Unidos, o lançamento ocorreu em dezembro de 1979, com uma versão ao vivo de “Spread Your Wings” no lado B.

A música alcançou 1 milhão de cópias vendidas tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. No ano seguinte, o Queen lançou “Another One Bites the Dust”, de 1980, e mudou novamente de direção, aproximando-se da disco music.

O novo sucesso chegou a 9 milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos. No Brasil, “Crazy Little Thing Called Love” recebeu disco de ouro por 30 mil cópias comercializadas.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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