Documentos associam despesas de Flávio Bolsonaro a pessoas próximas
Registros mantidos por Alexandre Santini mencionam presentes, gastos pessoais e suposta interlocução com Kassio Nunes Marques.
Registros mantidos por Alexandre Santini mencionam presentes, gastos pessoais e suposta interlocução com Kassio Nunes Marques.
Ministro chegou ao Supremo em 2020 após articulação que contou com Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e aliados do então presidente.
Documentos enviados pela Polícia Federal ao STF relacionam honorários a ações que poderiam liberar R$ 8,5 bilhões em precatórios.
Conversas atribuídas a Daniel Vorcaro mencionam hospedagem de um ministro identificado como “KN” e do desembargador Newton Ramos no Rio.
Imóvel no Joá foi reservado por R$ 1,5 milhão para grupo ligado a “KN”, identificado por investigadores como Kassio Nunes Marques.
Conversas citam o nome de Kevin Marques, filho de Kassio Nunes Marques, e fazem referência a pagamentos atribuídos ao Banco Master.
Ministro do STF alegou possível impacto eleitoral para se declarar impedido; aliados de Bolsonaro esperavam voto favorável a André Mendonça.
Aliados esperavam voto pela abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, mas ministro declarou impedimento no caso.
Decisão do ministro desloca o foco da crise no STF e dificulta a estratégia de concentrar o confronto em Alexandre de Moraes.