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Adolescente teria levado vítima a apartamento onde ocorreram agressões no Rio

Representação do MPRJ aponta suposta participação de um adolescente na atração da vítima para o imóvel em Copacabana.

Adolescente teria levado vítima a apartamento onde ocorreram agressões no Rio
Foto: Reprodução

O inquérito sobre o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana foi concluído e encaminhado à Justiça no dia 6 de março. No relatório, a Polícia Civil pediu que quatro acusados respondam por estupro coletivo qualificado pelo fato de a vítima ser menor de 18 anos.

Também há uma representação do Ministério Público do Rio de Janeiro contra um adolescente que teria participado das agressões e, conforme a investigação, atraído a vítima para o apartamento. A identidade dele não foi informada.

Dinâmica descrita no inquérito

O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, em um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro. Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), o adolescente, colega de escola da vítima, a convidou para ir ao apartamento de um amigo. Ele pediu que ela levasse uma amiga, mas ela foi sozinha.

Durante a subida, no elevador, o rapaz teria avisado que outros amigos estariam no local. A adolescente recusou qualquer relação com eles. Já no apartamento, foi levada para um quarto pelo adolescente. Quando os dois mantinham relação sexual, outros quatro rapazes entraram. Ela pediu que não fosse tocada, mas, de acordo com o relato investigativo, os jovens tiraram a roupa e a violentaram.

O processo está na fase de encerramento. Antes da sentença, a Justiça deve analisar as alegações finais apresentadas pelas defesas.

Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, e os demais suspeitos estão presos desde março deste ano. A defesa de Vitor Hugo Oliveira Simonin é feita pelo advogado Ângelo Máximo, que classificou como “completamente absurda” a ocorrência de vazamento de informações de um processo sob segredo de Justiça.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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